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, 22 maio 2024
 
 

Presidente da PAGCOR cogita privatizar seus cassinos

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(Foto – Divulgação)

A operadora e reguladora filipina de jogos de apostas e cassinos, PAGCOR, pode ter os seus estabelecimentos privatizados, pelo menos é o que indica o plano do seu presidente, Alejandro Tengco. Caso esse planejamento se concretize, a autoridade poderá dedicar todos os seus esforços aos assuntos regulatórios.

Atualmente, a PAGCOR trabalha tanto na operação da jogatina como na regulação. Entretanto, essa atuação abrangente parece estar sobrecarregando a empresa, o seu foco e recursos, o que vem fazendo com que ela considere a possibilidade de privatizar os seus cassinos que atualmente operam na região. De acordo com o regulador, o seu conselho administrativo está em concordância com Tengco e com a sua ideia de focar as energias da empresa nos assuntos regulatórios. O presidente já afirmou que a entidade vem demonstrando interesse na discussão de privatizações, mas sempre priorizando o bem-estar dos funcionários, que definitivamente serão afetados por uma mudança tão abrangente.

A PAGCOR atualmente é dona de dez cassinos sob a marca Casino Filipino e 42 propriedades no total. O seu serviço concomitante como operadora e reguladora vem levantando questionamentos por criar um conflito de interesses. Se a mudança e renúncia dos cassinos acontecer, esse conflito deixará de existir, o que é um ponto positivo. Além disso, a privatização também proporcionaria um financiamento que seria bem-vindo para o governo.

O processo pode ser longo, principalmente com a grande quantidade de negócios para privatizar. Entretanto, Tengco está otimista que, mesmo com a concorrência, as propriedades atrairão investidores e não ficam para trás no que tange ao pool de talentos e recursos humanos.

Vale notar que os estabelecimentos físicos de jogatina podem operar em diversos países, como as Filipinas e Estados Unidos, mas ainda são proibidos no Brasil, mesmo com tanto potencial e oportunidades que podem trazer para a nação. Os cassinos físicos já mostraram que causam um impacto positivo significativo na economia dos locais onde estão instalados, fomentando o turismo, geração de empregos, maior arrecadação tributária e mais.

Apesar de não ser possível se divertir em casas de jogos, brasileiros podem acessar plataformas como novos cassinos online listados no cassinos.info para testar a sorte. Essas operadoras são completamente digitais e têm sede no exterior, permitindo que usuários confiram jogos de mesa, como poker e blackjack, bingo, máquinas caça-níqueis e mais, com a ajuda de um computador ou celular. Com o cassinos.info, você ainda pode aproveitar cupons de boas-vindas que maximizam o saldo e dão giros gratuitos para testar cada plataforma antes de arriscar dinheiro de verdade.

PLAYTECH RELATA EXCELENTE ANO FISCAL

Uma das empresas mais populares de jogatina em todo o mundo, inclusive em países da Ásia e no Brasil, a Playtech recentemente relatou que teve um ótimo ano fiscal em 2022, que foi impulsionado pela Snaitech e pela força dos mercados regulamentados B2B, o seu principal público.

“2022 foi um ano de força considerável para a Playtech, no qual entregamos receitas e EBITDA recordes, acima das expectativas do mercado”, afirmou o CEO da companhia, Mor Weizer. “Todas as partes do negócio contribuíram para esse desempenho, com o B2B impulsionado pela Europa (exceto Reino Unido) 3 Sensibilidade: Interno e Américas, e o desempenho impressionante do B2C sustentado pela força contínua da Snaitech no mercado italiano, tanto no varejo quanto online.”

A empresa assinou um acordo com a Hard Rock Digital neste início de 2023 para acelerar a sua estratégia nos Estados Unidos e melhorar a sua posição de mercado globalmente. Já em 2022, os mercados regulamentados demonstraram um crescimento impressionante dos jogos de azar, o que gerou para a Playtech uma receita B2B de 632,4 milhões de euros no ano, um aumento de 14%. Praticamente todos os mercados melhoraram, exceto pela Ásia, onde a Playtech viu uma queda de 18% da receita por conta de bloqueios em algumas partes da região e pressões competitivas.

 

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