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Rondonópolis
, 24 maio 2024
 
 

Vendas no comércio foram regulares em 2014, avalia CDL

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Eliane Queiroga, presidente da CDL: “esperamos que em 2015 o setor reaja e voltemos a registrar maior crescimento”
Eliane Queiroga, presidente da CDL: “esperamos que em 2015 o setor reaja e voltemos a registrar maior crescimento”

A Câmara de Dirigentes Lojistas apresentou crescimento de 2,7% nas consultas ao banco de dados da Serasa e SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) em 2014 ante o ano de 2013. No balanço anual, dos 12 meses do ano passado, sete registraram maior procura pelo banco de dados. A consulta à venda pelos lojistas reflete possibilidade de compras. Os registros são feitos para consolidação das vendas a prazo e com cheques. Não são registradas vendas à vista em dinheiro nem em cartão de crédito.
O ano passado foi marcado por altos e baixos da economia e registrou o efeito Copa do Mundo que culminou num maior número de feriados e atenção do consumidor voltada aos jogos e não ao consumo. Outro fator, foi a procura por mercadorias no período de promoção com datas que registraram picos de venda como a campanha Liquidaqui e a Black Friday. O Natal foi outra data ímpar, marcada por presentes de menor preço e o consumidor a espera das promoções das mercadorias que encalharam. Tanto que em janeiro algumas lojas apresentam promoções de até 70% de desconto e parcelamentos em até um ano para atrair os clientes.
Entre os fatores que afetaram o comércio constam a crise internacional que afetou o Brasil, o aumento da inflação e a insegurança do consumidor para fazer dívidas em longo prazo.
Para a presidente da CDL de Rondonópolis, Eliane Queiroga, diante de tantos problemas enfrentados na economia nacional e ainda o comércio ilegal, o setor teve desempenho regular. “Não tivemos um bom ano para o comércio devido a fatores que interferiram na nossa economia mas esperamos que em 2015 o setor reaja e voltemos a registrar maior crescimento”.
INADIMPLÊNCIA
A inadimplência registrou aumento de 15% em 2014, na comparação com o ano anterior e a recuperação de crédito crescimento de 4,3%. Mais uma vez a proposta do uso do 13º salário para pagar as dívidas não refletiu na estatística, a proposta do nome limpo ficou para ser consolidada em 2015.

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