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Rondonópolis
, 22 maio 2024
 
 

Semana Santa: Pescadores buscam alternativas e mantêm venda de peixes

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Peixes comercializados pela Colônia Z-3 em Rondonópolis (Foto – Divulgação)

A Semana Santa, período que antecede a Páscoa, é tradicionalmente, uma época de maior consumo de peixes pela população.

Em Mato Grosso, levantamento do Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT), “Intenção de Compras para a Páscoa” realizada entre os dias 28 de fevereiro e 20 de março, com 501 pessoas em 32 municípios do estado, mostrou que 31% têm a intenção de consumir peixe neste período. (Veja notícia na página 7 desta edição).

Diante desse aumento do consumo, mesmo com a proibição da pesca de algumas espécies de peixe nos rios de Mato Grosso, pescadores de Rondonópolis estão buscando alternativas e pretendem manter a venda do pescado.

Na Colônia-Z3, localizada na Avenida Cuiabá, às margens do Rio Vermelho, os pescadores vão realizar a venda de várias espécies durante toda a semana. Como peixes muito procurados pela população local como pintado e pacu não podem mais ser pescados para comercialização desde 1º de janeiro deste ano, outras espécies liberadas podem ser encontradas.

O líder da Colônia Z-3, Francisco Teodoro da Silva, destaca que além de peixes de rio que estão com a pesca liberada, este ano, quem for atrás do pescado para a Semana Santa ainda poderá encontrar na Colônia espécies produzidas em tanques como a tambatinga.

“Temos espécies de rio ainda que foram pescadas no ano passado, que contam com nota, regularizado. Tem ainda pintado, pacu, piau. Tem mandin, jiripoca e bico de pato”, relatou e acrescentou que na Colônia Z-3 os peixes estarão sendo comercializados até a Sexta-Feira Santa.

Francisco reforçou que esta época do ano é uma das que gera maior lucro para os pescadores mas, com a Lei do Transporte Zero, eles temem serem muito afetados.

“Nós estamos tentando continuar trabalhando, mas é difícil e, por isso, não vamos desistir de cobrar que a lei seja derrubada pelo Supremo Tribunal Federal (STF)”, disse, lembrando que os pescadores podem fazer novos protestos na cidade dependendo do resultado da audiência de conciliação marcada para o próximo dia 2 de abril no STF.

 

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