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Rondonópolis
, 21 maio 2024
 
 

EDITORIAL: Trânsito, um antigo problema…

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(Foto – César Augusto)

Mais uma vez, a Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito (Setrat) faz operação para coibir o tráfego de veículos pesados no perímetro urbano de Rondonópolis.

Infelizmente, são ações esporádicas que acabam não dando uma resposta adequada para realmente acabar com esse problema, pois não se dá continuidade.

Apesar de a legislação nacional de trânsito proibir as carretas passarem pelos perímetros urbanos e uma lei municipal ainda fortalece essa legislação, bem como existir alternativas com o anel viário para os condutores, a situação em Rondonópolis é preocupante.

Isso porque, além de prejudicar o asfalto nas ruas e avenidas, pois estes não são adequados para o tráfego de veículos pesados, o tráfego desses veículos ainda traz outros transtornos para a população, atrapalhando o fluxo do trânsito e até, algumas vezes, arrancando fiações, deixando moradores sem energia elétrica e sem acesso à internet, o que é primordial nos tempos atuais.

São, justamente, em função desses transtornos que o tráfego de veículos pesados é proibido no perímetro urbano. Porém é preciso que haja fiscalização adequada.

Não adianta a Setrat realizar operações de tempo em tempo para coibir essa infração, se na maior parte do tempo os motoristas podem fazer aquilo que bem querem.

Para que essa realidade mude é necessário que a fiscalização seja constante e para isso a Prefeitura precisa buscar formas de fazê-la.

Se não tem agentes de fiscalização de trânsito suficientes para atender a demanda da cidade, é fundamental aumentar esse efetivo. Ao mesmo tempo, a fiscalização eletrônica também é uma importante alternativa.

Contudo, nem uma coisa e nem outra é feita. A Prefeitura continua ignorando a sua responsabilidade com o trânsito local. Não investe em pessoas, não investe em equipamentos.

Simplesmente não faz nenhuma ação efetiva. E, aqui não se fala somente de coibir o tráfego de veículos pesados no perímetro urbano, mas do trânsito em geral, que há anos está relegado pela gestão do prefeito Zé Carlos do Pátio, que parece mais apostar na tática do quanto pior, melhor.

 

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