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Transporte coletivo: Usuários sofrem há um mês com serviço caótico

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Um mês depois do Município assumir o transporte coletivo, quem precisa do serviço continua “penando” (Foto – Arquivo)

Usuários do transporte coletivo de Rondonópolis completam um mês de sofrimento com o serviço caótico que vem sendo prestado pela Autarquia Municipal do Transporte Coletivo (AMTC), que assumiu 100% da operação do sistema no último dia 1º de fevereiro.

Sem todas as linhas em funcionamento, com linhas com horários reduzidos e filas para realizar as trocas dos cartões, quem depende do transporte coletivo na cidade vem enfrentando dificuldades diárias.

Um mês depois de assumir o serviço, a AMTC ainda não conseguiu contratar a quantidade de motoristas necessária para colocar todas as linhas em funcionamento. Até esta sexta-feira (1º), a informação era de que 13 linhas ainda não estavam funcionando. Há ainda linhas que funcionam com horário reduzido.

A Vila Mineira/Sumaré, que voltou a funcionar somente nesta última semana, tem ônibus apenas até as 20h20. Mesma situação da linha Residencial Farias. Esses horários, por exemplo, não atendem estudantes que precisam se deslocar após as 22h.

Usuários reclamam ainda que os horários não são cumpridos. São pessoas que aguardam horas nos pontos, outras que perdem a integração e chegam atrasadas ao trabalho. Os relatos são vários, especialmente, nas redes sociais da própria autarquia municipal.

E, se não bastassem os problemas com a falta de linhas e horários descumpridos, há também reclamações de usuários das condições dos ônibus, especialmente, daqueles com ar-condicionado sem funcionar.

Além disso tudo, os usuários estão há, pelo menos, três semanas enfrentando filas intermináveis para fazer a troca dos cartões. A AMTC vêm fazendo o atendimento com senhas diárias limitadas.

São distribuídas 100 pela manhã e 100 no período da tarde. Quem não chega bem cedo na fila fica sem senha e acaba tendo que voltar no dia seguinte para mais uma vez enfrentar fila e disputar uma senha.

 

 

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Sem contar que a autarquia já mudou várias vezes o local de atendimento para a troca do cartão. Começou atendendo no Ganha Tempo, passou o atendimento para o Paço Municipal e, novamente, na última quinta-feira (29), voltou a atender somente no Ganha Tempo. E, as filas continuavam nesta sexta-feira.

A situação precária da prestação do serviço de transporte coletivo levou a Câmara Municipal a convocar para explicações a presidente da AMTC, Priscila Paiva.

Aos vereadores, na terça-feira (27), a gestora prometeu que o serviço deve ser normalizado, mas nenhum prazo determinado para que isso ocorra foi estabelecido. Sem definir uma data, a presidente se limitou em dizer aos vereadores que todas as questões apresentadas serão solucionadas neste mês de março.

 

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