Educação, a redenção do País

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Orlando Sabka - vendedor aposentado - 01-12-12

Educação de alto nível, sobretudo, que todos possam ter conhecimento mais amplo possível, pois dessa maneira as oportunidades são praticamente iguais para todos, com horizontes mais extensos, de modo que a visão e dinâmica do mundo desde os tempos passados até o presente sejam vistos no sentido crítico e compreendido com visão lógica e consciência dos valores auferidos, proporcionando melhor desempenho profissional e, sobretudo com ganhos financeiros cada vez mais atraentes. Maior auto-afirmação no desempenho das tarefas, chances de ganhos maiores.
É um processo a ser discutido e analisado e implantado, tendo por base professores especializados em suas áreas específicas, com remuneração à altura, pois somente assim a preocupação será tão somente em levar aos alunos, desde o ensino de primeiro e segundo graus e superior a excelência em conhecimento, incluindo o ensino profissionalizante, a fim de proporcionar uma educação de alto nível e oportunidade para todos no sentido mais horizontal possível, mas nunca esquecendo que atitude, decência, honra e honestidade são fundamentais para que o processo possa de fato ter o êxito esperado. Fundamental a educação familiar, onde limites e respeito são impostos, como também responsabilidade, numa saudável convivência familiar.
Vamos abraçar essa causa, partindo de um alerta geral de que algo deve ser feito, pois ninguém constrói um país forte sem educação de fato, conhecimento e oportunidade e que velhas estruturas sociais, educativas e políticas devem ser revistas e muitas delas abandonadas. Partir em busca das reais necessidades da sociedade, para conseguir as aspirações desejadas, para uma vida cada vez melhor e que os sonhos sejam de fato realizados, e de se constituir famílias sólidas, solidárias e em segurança. Que o culto religioso, não importa qual, seja praticado em harmonia com todas as religiões e que intolerância, a quem quer que seja, fique no passado longínquo, no completo esquecimento e que fraternidade e respeito sejam uma realidade constante.
Que a gestão pública seja transparente, voltada ao bem estar e às necessidades de nossa gente, de modo que a Democracia seja fortalecida cada vez mais, com leis atuais e rígidas, e principalmente com programas sociais cada vez mais amplos, para que possam de fato ser levados aos recantos mais afastados desse imenso Brasil e que imponha uma nova consciência política de servir à nossa gente e não se servir dela em proveito próprio como atualmente vêm ocorrendo com foro privilegiado, roubalheira, corrupção e impunidade. Esse câncer deve ser extirpado de nossa Pátria e esforços, nesse sentido, devem ser empregados com todo vigor.
Que o país possa trilhar o caminho do desenvolvimento, com investimentos específicos em Saúde, Educação, Segurança Pública, Saneamento Básico, Lazer, etc. e etc. Somar esforços com povos e nações, em intercâmbios culturais, tecnológicos, pesquisas científicas, agropecuária, etc., pois num mundo globalizado quanto mais nos integrarmos, colheremos cada vez melhores frutos e todos saem beneficiados. O mundo é uma “roda viva” e fazermos parte dela é uma obrigação para quem não quiser ser atropelado nessa dinâmica.
Temos obrigação de bem gerir nossas riquezas minerais, fauna e flora. Preservar as águas oceânicas e suas espécies marinhas e a chamada água doce e potável, pois sem ela todos os seres vivos correm risco de morte sob a face da Terra. Somos um país em construção e em desenvolvimento, mas devemos ter consciência de fazer a coisa certa, na medida certa. Saber ousar, mas com conhecimento de causa, e isso somente se consegue através de uma educação de alto nível.
Manter nossas fronteiras (terra, mar e ar) sob constante vigilância, a fim de coibir a entrada de drogas e armas, como também o contrabando de nossas riquezas para o exterior, seja por mar ou pelo ar. Por exemplo, ouro, pedras preciosas e nióbio, do qual somos detentores de 98% da reserva mundial, no entanto nossa exportação é muito pequena em relação à quantidade utilizada por diversos países desenvolvidos, principalmente na fabricação de turbinas de aviões, em jatos, naves espaciais e empregados em muitos outros fins, pois é um minério que suporta altíssimas temperaturas. É estratégico e de enorme procura. O irônico nessa história é que o preço é controlado por Londres, que não produz nenhuma grama desse minério, pois os outros 2% existem somente no Canadá. Outro exemplo negativo para o Brasil é a enorme quantidade ONGs pela Amazônia Brasileira, de modo que o país está entregando o “ouro” para essas entidades a serviço de potências estrangeiras. Algo está errado e cheira muito mal, pois nossas autoridades e boa parte dos políticos permanecem de braços cruzados, fazendo vista grossa, pois lhes falta uma grande dose de patriotismo.

(*) ORLANDO SABKA é morador em Rondonópolis – e-mail: [email protected]

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