
O segundo protesto de segmentos populares nas ruas de RondonópolQDis está confirmado para esta quarta-feira (26/06), a partir das 17h, seguindo manifestações que também ocorrerão ao mesmo tempo em dezenas de cidades brasileiras. Os protestos levarão às ruas a insatisfação e indignação dos moradores com os mais diversos problemas que afligem o Brasil. A estimativa é que a nova manifestação reuna, no mínimo, 2 mil participantes em Rondonópolis.
O ponto de saída desse 2º ato popular, seguindo a atual onda de manifestações em todo o Brasil, está marcada para a Praça Brasil, em Rondonópolis. A mobilização para o protesto novamente está sendo feita a partir das redes sociais na internet. Todos os interessados em participar do protesto, com as mais diferentes reivindicações, estão sendo convidados para participar. O estudante Maico Alcantara, um dos participantes do “Protesto Rondonópolis”, pondera apenas que as pessoas não levem protestos de cunho religioso, no intuito de evitar brigas ou confusões.
Maico Alcantara explicou ao Jornal A TRIBUNA que o grupo ao qual pertence estará protestando no ato de hoje, principalmente, contra a PEC 37, projeto de emenda constitucional que limita o poder de investigação do Ministério Público. O estudante observa que o protesto popular é importante, já que a sociedade tem o hábito de reclamar, mas age pouco. Na página de divulgação do protesto na internet, no entanto, vários outros temas aparecem como alvo de reclamações, como a corrupção, problemas em saúde, segurança, educação, entre outros.
Somando forças ao “Protesto Rondonópolis”, um grupo de rondonopolitanos estará participando da manifestação hoje atendendo ao chamado da iniciativa denominada “O salário é nosso”, com difusão também na internet. O analista de redes sociais Bráulio Magalhães, um dos articuladores, externou ao A TRIBUNA que a intenção é promover a revogação imediata dos últimos dois aumentos salariais de todos os parlamentares e chefes de governo do Brasil, começando por Rondonópolis, além da definição de teto claro para agentes dos três poderes.
Os defensores da iniciativa “O salário é nosso” pretendem entregar uma carta de intenções a representantes do Legislativo e Executivo. Bráulio Magalhães argumenta que a pauta local está sendo enviada para os outros estados da Federação, estando incluso na agenda dos protestos de Cuiabá. Eles pretendem estar defendendo as causas do manifesto “O salário é nosso” também através de um trabalho de panfletagem. O mote dos manifestantes é “cartazes na mão, senhor político, hora de fazer serão!”.
O trajeto articulado para a manifestação de hoje prevê o seguinte: saída da Praça Brasil e percurso na Avenida Amazonas, Rua Rio Branco, Prefeitura, Rua Dom Pedro II, Avenida Frei Servácio, Rua Otávio Pitaluga, Câmara Municipal, seguindo depois para Rua Fernando Corrêa e encerrando na Praça Brasil, sempre no sentido das vias. Junto à área da antiga rodoviária, há a intenção de fazer uma parada, lembrando o local como símbolo de se fazer política na cidade. Segundo Bráulio, trata-se de uma grande área pública, com muitas promessas de obras públicas, incluindo um teatro, mas que continua sendo inutilizada e ociosa.
“A gente vai aceitar todas as causas que vierem”, externou Bráulio.




Nestes protestos eu não vi nenhuma bandeira pedindo para os jovens deixarem as drogas. Será que se eu levar esta bandeira corro o risco de apanhar?
Excelente! #VempraruaRondonópolis