
–> LIBERADO –> A esperança pela conquista de novos cursos de graduação vem ganhando força no campus local da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Rondonópolis. Atualmente, os três Institutos existentes no campus trabalham a confecção de projetos ou a viabilização de projetos em prol da implantação de até onze cursos de graduação. Esses cursos ainda não estão autorizados ou oficializados, mas há a garantia da reitora reeleita Maria Lúcia Cavalli Neder de criação de seis novos cursos em cada campus da UFMT, na continuação do Programa de Expansão (Reuni).
Nesta nova leva de cursos almejados, o campus de Rondonópolis tem trabalhado também pela vinda de cursos considerados mais nobres, inclusive os de Direito e Medicina. Ao todo, há projetos ou esforços no campus para a implantação dos cursos de Química, Física, Farmácia, Serviço Social, Direito, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia Química, Medicina e Letras com Habilitação em Libras e com Habilitação em Língua Espanhola. Atualmente, o campus de Rondonópolis conta com 17 cursos de graduação, sendo a maioria considerado de “pouca expressividade”.
O professor Laudenir Antonio Gonçalves, da Associação dos Docentes da UFMT (Adufmat), observou que, além da necessidade da oficialização da nova etapa do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais, que está sendo chamado de Reuni 2, também é imprescindível haver um trabalho de cunho político para concretizar a instalação desses cursos. Também destaca que, com a criação de mais cursos, há um caminho que se aproxima cada vez mais da criação da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR).
No entanto, no caso do projeto de Medicina, por exemplo, o professor Laudenir diz que não entende o porquê do anúncio da garantia desse curso em Rondonópolis a partir de uma parceria com alguma instituição privada. A garantia da implantação do curso pelo Ministério da Educação (Mec) foi repassada pela assessoria do deputado federal Wellington Fagundes. “Se o Mec anunciou, tem o apoio do governo e recursos públicos e, portanto, deveria ser criado em uma instituição pública”, analisa.
Cursos almejados:
Química
Física
Farmácia
Serviço Social
Direito
Engenharia Civil
Engenharia Elétrica
Engenharia Química
Medicina
Letras com Habilitação em Libras
Letras com Habilitação em Língua Espanhola
Campanha por curso de Medicina vem se ampliando

Uma campanha em prol da implantação de um curso de Medicina em Rondonópolis vem ganhando força ultimamente. Outras cidades do interior de Mato Grosso, inclusive, levantaram a bandeira pelo curso de Medicina, sendo Cáceres, na Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat), em funcionamento, e Sinop, através da UFMT, ainda não oficializado.
Em Rondonópolis, o campus local da UFMT começou a trabalhar o projeto de criação do curso de Medicina agora em 2012. Os professores Aristides José da Silva Junior e Camila Lucchese, do curso de Enfermagem, são da comissão pela implantação dos cursos de Farmácia e Medicina no campus. Eles explicam que a vinda desses dois cursos, sobretudo, vem atender a uma demanda social, observando, por exemplo, a defasagem no número de médicos na região.
Para a implantação do curso de Medicina, Camila e Aristides analisam que, inicialmente, a própria rede de saúde instalada em Rondonópolis poderia atender a estrutura física necessária. Futuramente, observam que o ideal seria dispor de um Hospital Universitário. Contudo, enfatizam que a criação de um curso dessa envergadura se trata de uma decisão, principalmente, política. Quanto à graduação em Farmácia, externaram que a estrutura necessária seria mais de laboratórios.
Camila e Aristides acrescentam que a proposta é de criar no campus um Instituto de Ciências da Saúde, que englobaria os cursos de Enfermagem, Psicologia (estes já existentes), Farmácia, Serviço Social e Medicina. Além disso, fortaleceria a pretensão de criação de novos cursos na área da saúde. Contudo, ponderaram que não há expectativa de implantação dos novos cursos nessa área antes de 2014.
OUTRAS – Além da iniciativa do campus local da UFMT, o governador Silval Barbosa havia anunciado, anteriormente, a possibilidade de implantação de Medicina via Unemat em Rondonópolis, caso fosse viabilizada a instalação do campus estadual no município. Agora, mais recentemente, há informações de articulações para implantação desse curso através de uma instituição particular de ensino, o que teria o aval do Ministério da Educação, segundo a assessoria do deputado Wellington Fagundes.
Cursos de Medicina e Direito estão sendo reivindicados
Os dois cursos de graduação mais desejados do Brasil – Direito e Medicina –estão sendo pleiteados pelo campus local da UFMT. O projeto pela implantação do curso de Direito está mais avançado, inclusive está pronto e foi enviado para Cuiabá. Agora o projeto pela criação do curso de Medicina começou a ser montado há cerca de dois meses (veja em matéria nesta página).
A professora Lindalva Maria Novaes Garske, que atua no curso de Pedagogia e na Pós-graduação, informa que o Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS), o qual ela dirige, está trabalhando nos projetos de implantação dos cursos de Direito e de Letras com Habilitação em Libras e com Habilitação em Língua Espanhola. Ela situa que todos os projetos estão prontos e encaminhados para Cuiabá.
No caso do curso de Direito, Lindalva informa que os trabalhos no campus vêm sendo feitos desde 2010. Nesse momento, diz que a implantação desse curso possui parecer favorável da Subseção da Ordem do Advogados do Brasil (OAB), em Rondonópolis, e agora pretende buscar o aval da Seccional da OAB, em Cuiabá. “A escolha pelo curso de Direito é uma demanda que a região tem”, explica.
A professora Lindalva argumenta que, quanto às novas habilitações para o curso de Letras, também são demandas a serem atendidas na região. Hoje o campus já possui o curso de Letras com Habilitação em Língua Portuguesa e com Habilitação em Língua Inglesa. Além disso, revelou que existe a intenção de criar um curso de Pedagogia no período noturno – hoje é diurno.
Conforme Lindalva, a comissão pela implantação do Direito no campus está muito confiante no êxito da ação e observa que há uma procura por informações a respeito do processo muito grande por parte da sociedade. Nesse sentido, avalia que o curso de Direito (noturno) não demandaria uma estrutura física considerada cara ou com muitos investimentos. Inclusive, externou que a ideia era implantá-lo em 2012, mas como não deu certo, os esforços agora serão para sua concretização em 2013. “É um curso [Direito] com uma possibilidade de implantação muito grande”, reforçou.
FÍSICA – A montagem do projeto de implantação do curso de Física no campus iniciou há cerca de quatro anos, mas foi protocolado há cerca de dois anos em Cuiabá. O professor Rosevaldo de Oliveira, da comissão de implantação dessa graduação, explica que o curso vem atender a uma demanda verificada a partir dos cursos chamados de “2ª licenciatura”, isto é, de professores formados em áreas afins e que dão aula de Física.
A princípio, Rosevaldo explica que o curso de Física vai ser ofertado como Licenciatura, mas a ideia é, posteriormente, ofertá-lo como bacharelado. Quanto à estrutura necessária, externa que vai precisar de dois novos laboratórios e salas de aula. Caso houvesse a autorização e a liberação de recursos necessários, avalia que teria condições de implantá-lo ainda neste ano de 2013.




Diante de tantas notícias alvissareiras fica meu espanto ao encontrar o Papai Noel em conversa animada com o Saci Pererê bem nos fundos da cantina do CUR.
Onde estará a verdade nessa estória?
Wellington promovendo medicina junto com o Mercadante. Depois de outubro isso some da pauta de todos. Quem viver verá.
Cuidado colegas novatos, usam-nos e descartam-nos com uma facilidade infernal.