
A separação de materiais recicláveis e/ou reutilizáveis é uma prática cada vez mais comum na atualidade. Ela está nas casas, nos eventos e até nas empresas. Além de contribuir com a natureza, esse hábito vem sendo encarado como uma forma de complementação da renda.
Com um pequeno comércio no Jardim Ana Carla II, Raimundo Rodrigues compra cobre e alumínio dos moradores da região e, periodicamente, faz a venda para empresas maiores da cidade, que atuam na compra, redução do material e venda para as indústrias. Ele diz que a renda gerada é pouca. No máximo, o lucro obtido dá para pagar uma conta de água e comprar algum alimento que falta em casa. Mesmo assim, considera a prática importante.
Na área comercial, o empresário Roberto Henrique de Oliveira, da empresa Mister Kreps, faz a separação das latas de alumínio há cerca de 14 anos em seu estabelecimento. Uma vez por mês, o material é coletado e vendido. Mais recentemente começou a juntar o óleo de cozinha, evitando o descarte na rede de esgoto. Nesse caso, o material recolhido vai para uma empresa de Cuiabá. Repassa que o valor obtido não é significativo, mas vale a pena para evitar transtornos, pela questão ambiental e pelo “incentivo” recebido.
Vale ressaltar que esses metais em evidência na reciclagem são commodities, com preços negociados em bolsas.
Principais materiais recicláveis:
PAPEL
Caixas de papelão;
Folhas de caderno, revistas e jornais;
PLÁSTICO
Embalagens Pet (sucos, refrigerantes, vinagres);
Embalagens de plástico (potes, amaciante, água sanitária, desinfetante, xampu);
Utilidades domésticas (baldes, bacias…);
Peças em geral (brinquedos, engradados, cadeiras, etc);
METAL
Tampinhas de garrafa;
Latas de aço (sardinha, ervilha, milho, massa de tomate);
Latas de alumínio;
Arame;
Panelas sem cabo;
Canos;
Pregos;
Cobre.



