
O impasse sobre a obra da travessia urbana de Rondonópolis, na BR-364, continua. Esta semana, a Superintendência do Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre de Mato Grosso (Dnit-MT) apresentou à Prefeitura e à empresa Objetiva o relatório da terceira prestação de contas, referente ao ano de 2012 da obra, mas a diferença entre serviços executados e aqueles pagos apontados pelo Dnit causou controvérsias e a empresa contestou o relatório. Em valores, a diferença entre as obras que foram feitas e aquelas pagas, conforme o Dnit, ficaria entre R$ 2,2 milhões e R$ 4 milhões.
Segundo o superintendente do Dnit em Mato Grosso, Luiz Antônio Garcia, além da análise das diferenças entre os valores pagos e executados, o órgão está procedendo a readequação do projeto da travessia urbana. “Está sendo feita uma análise para a adequação do projeto junto com a equipe da Prefeitura”, afirmou Garcia.
De acordo com o secretário Municipal de Infraestrutura, Fábio Cardozo, a maior preocupação da Prefeitura é em resolver essas questões – da prestação de contas e do novo projeto – o mais rápido possível. Para isso, uma equipe de técnicos do Município deve se juntar ao Dnit na próxima semana para tratar da readequação do projeto.
“O projeto deve contemplar a realidade atual. Devemos procurar o Dnit na semana que vem com nossos técnicos para apresentar nossas ponderações para essa revisão (do projeto). Essa é a principal preocupação da Prefeitura no momento”, argumentou Fábio Cardozo.
O convênio da obra da travessia urbana encontra-se vencido desde o dia 8 deste mês e a Prefeitura ainda aguarda o relatório oficial da terceira prestação de contas e o projeto de readequação para então definir se tocará as obras ou não.
Contudo, Fábio Cardozo destacou que o Município está fazendo duas obras que são referentes à travessia urbana, em função da importância para a população, que são a da travessia subterrânea que liga a Vila Mamed com o Boa Esperança, e uma alça do viaduto que liga a Avenida Presidente Médici às BRs-163/364.
Já as obras de duplicação das BRs-163/364, no perímetro urbano, que fazem parte da travessia urbana, estão paralisadas e dependem tanto da conclusão da prestação de contas como da adequação do projeto. “No novo projeto pretendemos ainda mais duas alças para o viaduto”, complementou Fábio Cardozo.
O convênio para as obras da travessia urbana é de R$ 54 milhões, dos quais, R$ 30 milhões já foram gastos.




Sou contra essas desordens dos últimos dias, mas também diante de tanto descaramento dos responsáveis por tais coisas… Ai não tem tatu que aguenta.