ouça o áudio, clicando abaixo…

Não é de hoje que acompanhamos a situação das famílias que moram em propriedades ou vilas da zona rural, que como todos mais ou menos sabem, sofrem com as condições de suas estradas e pontes.
Mas em alguns casos, o descaso e a absoluta falta de prioridade em resolver os problemas mais graves dessas comunidades chamam a atenção, como ocorre no caso da ponte que fica na Estrada dos Violas, que desabou com o peso de um caminhão carregado com concreto no dia 18 de maio passado e que até hoje permanece da mesma forma até hoje.
Isso deixa claro para quem quiser entender que atender a população não é nenhuma prioridade da atual administração municipal, e o fato de sequer ter iniciado um projeto de engenharia para a substituição da dita ponte deixa evidente que há, sim, um enorme descaso com essas comunidades, que produzem grande parte dos alimentos que a população urbana consome e que precisam constantemente vir à cidade para trazer a sua produção, mas também para estudar, realizar negócios e compra no comércio local. Isso sem falar nos que vêm e vão para essas localidades estudar ou dar aulas, entre outros.
A ponte citada não é o único problema das comunidades rurais, que desde administrações anteriores padecem com a precariedade de suas estradas e pontes, que hora estão sem manutenção e noutro momento estão intransitáveis, mas não deixa de ser chocante como essa parte tão importante da nossa sociedade é menosprezada pelas autoridades públicas.
É importante esclarecer que a Prefeitura recebe recursos do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) para a manutenção dessas estradas e pontes, tendo inclusive adquirido uma bela frota de caminhões e máquinas pesadas, justamente para realizar as tais manutenções.
E como já fizemos antes, apelamos mais uma vez para as autoridades políticas locais que olhem com mais carinho para a nossa zona rural, com mais respeito também, por se tratar de uma população que vive no campo para trabalhar e produzir, necessitando de estradas e pontes para se manterem no campo e sustentarem suas famílias. E isso é o mínimo que merecem!



