
A 40 dias do início da maior festa popular do País, o Carnaval, a Prefeitura ainda não tem uma definição se irá ou não realizar a Folia de Momo neste ano. O secretário de Cultura do Município, Pedro Augusto Araújo, deve discutir o assunto nesta semana com o prefeito Zé Carlos do Pátio. A informação repassada pela assessoria de imprensa do Paço é que até sexta-feira (13) haverá uma decisão.
O último Carnaval Popular foi em 2017, na gestão anterior do prefeito Zé Carlos, mas, apesar de a festa ter sido grande e ter contado com várias bandas e dois trios elétricos, o caso acabou indo parar na Justiça. As bandas e os trios elétricos alegaram que não receberam pelo trabalho prestado.
Já a Prefeitura, que fez uma espécie de terceirização da festa, alegou que tinha pago o que era devido. Também houve denúncia de que a licitação do evento foi feita com carta marcada: a montagem da estrutura começou antes do processo licitatório ter ocorrido.
O problema da má organização da Festa de Momo em 2017 acabou desanimando a administração, que optou por não realizar a festa para evitar gastos nos três anos subsequentes (2018, 2019 e 2020).
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Além disso, nos últimos dois anos, os rondonopolitanos não tiveram Carnaval Popular por conta do alto índice de Covid-19 e das restrições impostas para a não proliferação da doença.
A decisão do Executivo, à época, se justificava no redirecionamento da verba da festa para a saúde, pasta que demandou maiores gastos para contenção da doença.
Tendo em vista que o tempo até o Carnaval é pequeno para realização de uma grande festa, capaz de arrastar multidões, que demandaria processos de licitação para montagem da estrutura, contratação de bandas e de segurança, a festa, se ela for realizada, deverá ser simbólica, para que o rondonopolitano não se esqueça que Carnaval é sinônimo de festa e de alegria.




