Acusado de homicídio: Maroan é preso durante operação policial em Santa Catarina

Transferência dele para Rondonópolis será solicitada por haver o mandado de prisão da Justiça de Mato Grosso em aberto

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Jovem Maroan Fernandes Haidar Ahmed é acusado de assassinar em 2018 empresário local por motivo fútil (Foto – Arquivo)

O jovem Maroan Fernandes Haidar Ahmed, acusado de assassinar em 2018 o empresário Fábio Batista da Silva, em Rondonópolis, foi preso nesta segunda-feira (9) por porte ilegal de arma durante uma operação da Polícia Civil, na Grande Florianópolis, em Santa Catarina.

A transferência dele para Rondonópolis será solicitada por haver o mandado de prisão da Justiça de Mato Grosso em aberto, referente ao homicídio.

O homicídio teria ocorrido após Fábio reclamar que o farol do carro de Maroan estava alto e atrapalhando as pessoas que estavam na mesa na conveniência de um posto de gasolina, na Avenida Lions Internacional.

A prisão de Maroan aconteceu durante uma operação da polícia catarinense que foi desencadeada para prender integrantes de uma organização criminosa que atuaria na fronteira entre Brasil e Paraguai. Ao todo, sete pessoas foram presas na operação. Com o grupo, a polícia apreendeu duas pistolas, munições, carregadores, droga (skunk), dinheiro e aparelhos celulares.

Com grupo, a polícia apreendeu duas pistolas, munições, carregadores, droga (skunk), dinheiro e aparelhos celulares (Foto – Divulgação)

Segundo a Polícia, as autuações em flagrante foram pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e uso de documento falso. Maroan e um outro integrante possuíam mandados de prisão em aberto, os dois por crime de homicídio.

 

 

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No caso de Maroan, ele se encontrava foragido desde julho de 2021. Em abril de 2022, o juiz Wagner Plaza Machado Júnior decidiu que o suspeito irá a Júri Popular por homicídio qualificado por motivo fútil com recurso de que dificultou a defesa da vítima.

A OPERAÇÃO

A ação contou com o apoio da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais da Polícia Civil de Santa Catarina. Já as investigações, que foram conduzidas pela DRACO/DEIC/PCSC, contaram com informações da Polícia Civil do Mato Grosso do Sul, fornecidas por meio da DRACCO e da 2ª Delegacia de Polícia de Ponta Porã.

 

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