Um grupo de representantes de oito partidos políticos de Rondonópolis começou, ontem, uma mobilização para que a Câmara de Vereadores passe a ter, a partir das eleições de 2012, 21 vagas no parlamento municipal. O grupo composto pelo PCdoB, que esteve representado pelo presidente municipal do partido, professor Sérgio Negri; PRB, que levou o presidente da sigla, Wilson Alves Faria; PV, esteve representado por Lindomar Alves e pelo professor Flávio Silveira; o PT, pelo presidente local da sigla, Mauro Campos; o PSL, por Antônio Augusto de Lima, o tenente Lima; o DEM, pelo empresário Israel Borges, o Israel Rolamentos; o PMN, por Hélio Luz e o PSDB, por Efraim Alves e o secretário de Trânsito do Município Rodrigo Lugli. O apresentador de televisão Agnelo Corbelino também esteve presente na reunião.
O grupo definiu que deve fazer novas reuniões e chamar outros partidos, inclusive os que têm representatividade na Câmara para tentar trabalhar a possibilidade da aprovação de 21 parlamentares.
O presidente do PCdoB, Sérgio Negri, que ontem atuou como porta-voz do grupo, explicou que a ideia é convocar a sociedade para debater a questão. “Aprovar a PEC que aumentou o número de vereadores foi uma luta muito grande e vamos aproveitar o momento para explicar que com 21 parlamentares a cidade vai ganhar em representatividade na Câmara”, disse.
O professor lembrou que outro ponto que deve ser sempre destacado é o fato de que com 21 vereadores os repasses são os mesmos com 12 parlamentares. “Essa questão [aumento de despesas] não vai mudar em nada. Isso que as pessoas devem entender”, disse.
A proposta, aprovada pela Câmara dos Deputados, prevê que os vereadores podem decidir o número de parlamentares no município de acordo com a faixa populacional. Rondonópolis está na faixa entre 160 a 300 mil habitantes e, dessa forma, poderia fixar o número em até 21 vereadores. Na semana passada, alguns vereadores se manifestaram contrários ao número de 21 parlamentares.




Esse é o problema aumentando o número de vereadores de 12 para 21 os repasses serão os mesmos e com isso diminui a chamada verba de gabinete que os 12 vereadores que estão no poder não querem, mas quem garante que eles irão se reeleger, me diga.