Desigualdade social no Brasil

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As classes populares são trabalhadores do comércio, bancários, professores, funcionários públicos; elas que compõem a organização social brasileira. Há três décadas, o Brasil vem se transformando em uma nação democrática de direitos e também tendo crescimento econômico e social. Desde a Constituição de 1988, nosso país tem sido transformado pelos direitos das classes acima mencionadas, com políticas públicas de amparo, como exemplos: saúde pública, educação e moradia; também, essas políticas deram direitos sociais aos menos favorecidos e segregados da sociedade.

A Constituição Cidadã era nomeada a carta MAGNA, ou então, maior. Uma vez que, ela era promulgada dava início às transformações populares que deram direitos a milhões de brasileiros que antes eram segregados. Por isso, que a desigualdade social se traduz na falta de cidadania – cidadania palavra cujo o significado é ser humano livre; o termo se transformara em civitas ou cidadania.

Porquanto, temos notícias das discussões e debates no parlamento brasileiro e na sociedade civil, sendo o tema a desigualdade social no Brasil. Visto que, toda população se organiza para encontrar a solução para o problema social, mas também, social e econômico do Brasil. É imprescindível e preponderante que os governos federal e estadual realizem as políticas públicas para tornar mais igualitária toda sociedade. Sendo essas políticas fruto de anseios e reivindicações da sociedade brasileira.

Todavia, assistimos contrariados nas periferias das cidades populosas, nas favelas, palafitas e balcões de pobreza, a realidade deplorável e de abandono. Essa realidade tem sido a fome, falta de emprego e trabalho; de moradia para as famílias e cidadãos; a saúde pública para melhorar; e ainda, outros problemas sociais que mobilizam as lideranças políticas e civis da sociedade. Por conseguinte, elas que têm compromisso verdadeiro e diligente com as causas populares e não se deixarão dominar pelo conformismo e individualismo de muitas lideranças políticas reacionárias ou contra o progresso do país.

Diante do retrato realista, as diferenças sociais têm sido resultado do abandono da classe política e dirigente, ou seja, os parlamentares do Legislativo, Poder Executivo, os ministérios de governo; além de organizações civis, Ministério Público e profissionais liberais aos problemas sociais e políticos e econômicos do Brasil.

São profissionais liberais e parlamentares que têm compromisso em reverter todo problema da desigualdade social, atuando constantemente no parlamento, escrevendo projetos de leis a serem votados e aprovados. Certamente que a esperança está na alma do povo brasileiro, no momento de votar, de registrar seus filhos em cartórios, no casamento, na família; nas festas de comemorações e na religião, na comunidade onde vivemos, nos partidos políticos e no eleitor.

Com efeito, para resolver o problema da desigualdade social é necessária a política de Estado; tendo ampla discussão de ordem financeira, e política parlamentar. Além disso, a participação dos indivíduos na sociedade seja em partidos políticos, entidades governamentais e não governamentais, redigindo com as lideranças políticas e população, as famílias carentes, as reais reivindicações para melhor atender às suas necessidades.

Assim, para organizar a sociedade para debates e discussão desse tema tão importante para o destino da família brasileira, a participação individual tem sido necessária. Portanto, o Estado ou governo deverá promover políticas de emprego e renda: a educação, habitação, mas também, formação profissional de jovens e adultos para que o Brasil possa se tornar um país igualitário, não desigual.

Leitor tenha um bom dia!

(*) Wagner Vinícius Araújo Lemos, é poeta e escritor de romances e estudante de ciências econômicas, e morador de Rondonópolis desde 1980

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