Muitas pessoas transitaram pela MT-270 durante toda a semana passada para visitar a 29ª Exposul em Rondonópolis. Certamente aqueles visitantes de outras regiões do País estranharam os blocos de concretos colocados nos vários cruzamentos dessa rodovia. Para aquelas pessoas mais cultas ficou a impressão de que a cidade ainda está engatinhando na questão da gestão e no respeito as leis do trânsito.
A Secretaria de Trânsito poderia muito bem poupar os rondonopolitanos dessa vergonha deixada nessas intersecções de entrada e saída dos bairros situados ao longo da MT-270. Bastaria incluir naquele estudo elaborado com os vários segmentos da cidade uma pesquisa com os moradores que se servem diariamente dessas passagens.
Hoje todos que utilizam esses cruzamentos estão revoltados com essa iniciativa da Prefeitura. Com pouco dinheiro poderia a Secretaria de Trânsito instalar dois semáforos nessa rodovia: um na entrada do Parque São Jorge e outro na Av. Dom Pedro II. De preferência semáforos com câmeras. Iguais alguns instalados em Cuiabá há alguns anos que fotografavam os veículos invasores do sinal vermelho.
Ainda há tempo para essa proposta. O que se deve eliminar o mais rápido possível são esses blocos que mais parecem barricadas para separar duas frentes de guerra no trânsito: uma que utiliza a MT-270 como pista de corrida e a outra que deseja cruzar a pista e assim chegar mais rápido no trabalho e em sua casa.
(*) Saulo Moraes é morador em Rondonópolis




Em comentário anterior frizei que os responsáveis pelo trânsito de Rondonópolis tem visão curta em gestão pública, pois a solicitação de redutores de velocidade para a MT 270, trecho entre a Av. Lions e o Jardim Atlântico é antiga, ao redor de 20 anos e nada, nada mesmo. Esses blocos de concreto são atraso de vida e em nada vai impedir que motoristas e condutores de moto continuem a desenvolver velocidade superior a 100 km. Um absurdo.