A quem possa interessar esta matéria, depois de muito sofrimento e desapontamentos, cheguei a conclusão de que a Vivo está em estágio de coma. Sim, meus amigos, não adianta tentar me ligar, nem mesmo eu posso fazer qualquer ligação o que se escuta (quando se escuta) é chiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!
As promoções são muitas e atrativas, os celulares dos mais modernos e lindos são “doados” aos clientes pela Vivo, em troca não temos acesso a linha, ou seja, “nadamos, nadamos e morremos na praia”, que crueldade. O cidadão brasileiro vem a cada dia tornando-se menos cidadão, pois os direitos mais simples de ir e vir são cortados pela violência social e o direito de “falar” é negado pela própria empresa que deveria oferecer esta oportunidade.
Fico pensando o que nós, pobres mortais, poderemos fazer para auxiliar a mega empresa Vivo responsável por aproximadamente 50% de todos os telefones celulares no Brasil, porém não é a responsável pela comunicação destes telefones, pois se fosse, certamente como uma empresa preocupada com a qualidade de seus serviços permitiria a comunicação entre seus clientes.
Quando acessamos a internet, no site de telefonia móvel da Vivo, a primeira frase nos chama a atenção: “Estamos aqui para ficar mais perto de você”, que heresia, como assim, mais perto de você, de que você eles estão falando??
Pelo menos fico feliz, a Vivo é uma empresa democrática, pois não vem oferecendo seus serviços para ninguém, não importa se somos pobres, ricos, ou a cor de nossos olhos, simplesmente não podemos falar e ponto. Isto me conforta caro leitor, pois pela primeira vez no Brasil existe a igualdade de condições em todas as classes, viva a Vivo democratizou a comunicação celular no país.
A TICs famosa Tecnologia da Informação e da Comunicação, que permite encurtar distâncias vem sofrendo um terrível boicote da Vivo e o que me deixa ainda mais triste, é saber que somos, infelizmente, o país do jeitinho, aqui tudo pode e tudo acontece. E o povo? “Tá com a corda no pescoço”, sem “vez”, sem “voz”, sem “Vivo”.
Neusa Haubert, pós-graduanda do curso de Didática de Ensino Superior da UNIC



