
Senado realizará um seminário na cidade no próximo dia 13 de abril, em local e horário ainda a serem definidos
O Comitê Pró-UFR se reuniu na noite desta quinta-feira (8) para debater o novo quadro montado a partir da aprovação pelo Senado Federal do projeto que desmembra o campus da UFMT de sua matriz, em Cuiabá, e cria a Universidade Federal de Rondonópolis (UFR). O projeto em questão foi aprovado pelo Plenário do Senado no último dia 27 de fevereiro e agora aguarda pela sanção do presidente Michel Temer (MDB).
Na reunião, que contou com a presença do senador Wellington Fagundes (PR), que foi relator do projeto no Senado, foram repassadas informações sobre a ida de uma comitiva de membros do Comitê até Brasília, para acompanhar a movimentação em torno da aprovação do projeto. “Essa não foi uma reunião deliberativa. Foi apenas para passarmos informações e fazermos esclarecimentos sobre a nossa ida a Brasília”, informou o contador Ivaldi Nascimento, membro do Comitê.
O objetivo, segundo Ivaldi, foi compartilhar as informações do processo, de forma que todos os membros do Comitê tenham as mesmas informações e fiquem equalizados com relação aos acontecimentos relativos à criação da nova universidade.
Agora o Comitê Pró-UFR se prepara para iniciar o debate em torno da estruturação da nova universidade federal no Estado, para que, assim que ocorra a sanção de Temer ao projeto, o que é esperado para os próximos dias, o grupo já tenha começado a elaborar um orçamento para a UFR, em tempo hábil para que o mesmo seja incluído ainda no Orçamento do Governo Federal para o ano que vem.
Para ajudar na elaboração desse orçamento e no projeto de universidade desejada pelo Comitê e pela sociedade local, o Senado realizará um seminário na cidade no próximo dia 13 de abril, em local e horário ainda a serem definidos, que poderá contar inclusive com a presença do ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM). Para o seminário, também serão convidados especialistas no assunto, que palestrarão para os presentes sobre o tema.
A luta pela emancipação do campus local da UFMT e consequente criação de uma universidade autônoma na cidade remonta mais de dez anos e é uma aspiração antiga da sociedade local, que sonha em ver a cidade ser alçada à condição de influente polo educacional.



