

Olá, caros, estimados e fiéis leitores da coluna matraqueana! Chegou a hora de abrir a cortina do passado e revelar quem é o personagem que movimentou as apostas e despertou tantas lembranças nesta edição do Túnel do Tempo. Se você apostou em alguém que vive o esporte com alma e coração, e tem a santidade no nome (pescou a dica?!!!), acertou em cheio.
Nosso homenageado é José Francisco da Cruz, mais conhecido — e carinhosamente chamado — como Zé Fuminho! José e Francisco, dois santos venerados na Igreja Católica.
Nascido em Frutal (MG) em 1958, ele chegou ao Mato Grosso ainda criança, em 1963, e encontrou em Rondonópolis, a partir de 1976, o cenário ideal para construir uma trajetória marcada por trabalho, paixão e legado esportivo.
Antes de se tornar uma referência nos campos e quadras da cidade, Zé Fuminho enfrentou a vida com coragem e versatilidade. Foi ferramenteiro, serralheiro, funcionário de escritório e, em 1979, abriu sua própria serralheria. Mas foi no esporte que encontrou sua verdadeira vocação. Entre 1980 e 1992, destacou-se no futsal, especialmente no Base Atlético Clube, e também no futebol de campo, atuando pelo Raquinho e chegando à segunda divisão.
Em 1992, assumiu a presidência do União Esporte Clube, liderando o time com humildade e comprometimento. Anos depois, voltou ao cenário esportivo como diretor de futebol do Vila Aurora, onde ainda permanece como sócio ativo. Em 2007, deu um passo decisivo ao cofundar o Rondonópolis Esporte Clube (REC), consolidando seu nome como um dos pilares do futebol local.
Atualmente, Zé Fuminho segue atuante na formação de jovens atletas, especialmente na Arena Operário, onde prepara os garotos do sub-17 para os desafios que virão a partir de 2026. Seu trabalho é pautado pela crença no poder transformador do esporte e na importância de oferecer oportunidades às novas gerações.
Flamenguista apaixonado, Zé Fuminho é mais do que um dirigente ou ex-atleta: é um guardião da memória esportiva de Rondonópolis. Sua história inspira e reafirma que o futebol, para além das quatro linhas, é instrumento de inclusão, cidadania e esperança.
Só Bolas Cheias
Se tem uma coisa que nossos leitores sabem fazer bem é desvendar mistérios com estilo — e com muito bom humor! A revelação do personagem da semana, o lendário Zé Fuminho, rendeu uma chuva de palpites certeiros e comentários que merecem destaque. Vamos aos melhores momentos dessa galera afiada:
Osório Moto Táxi foi direto ao ponto, sem rodeios: “O túnel do tempo de hoje é o Zé Fuminho.” Simples, rápido e certeiro.
José Balbino trouxe uma aula de história e etimologia: “Zé Fuminho, derivado de Zé Fominha, porque em campo a bola era só dele.” E ainda revelou que o filho do nosso personagem se chama Arthur, em homenagem ao Zico. Isso é que é flamenguismo raiz!
Victor Alexander apostou com convicção: “José Francisco da Cruz, o Jota Francisco ou Zé Fumim. Flamenguista roxo!!!” A gente só não sabe se o “roxo” é de paixão ou de tanto gritar gol.
Leonésio Nunes foi direto e firme: “José Francisco, popular Zé Fumim.” Sem firulas, só precisão.
Emerson Marron trouxe memória afetiva: “Estudamos juntos, é o Zé Fumin.” E ainda lembrou da formatura em História. Esse túnel do tempo virou sala de aula!
Joel Colecionador não resistiu ao riso: “Hoje é o Zé Fuminho. Kkkkk.” A risada acho que foi pela escorregada do Colecionador na semana passada.
Reinaldo Aguiar mandou bem no improviso: “Como que eu vou saber o nome do Zé Fuminho? Só se for Little Joe Smoke kkk.” Tradução simultânea. Esse merece um troféu!
Elizeu Taxista foi direto ao coração da torcida: “É um cara que é Flamenguista enjoado… Zé Fuminho.”
Gildo Moura fez questão de deixar claro: “Amigo meu de longa data, quem eu tenho maior respeito e consideração.” Palpite com afeto é sempre mais bonito.
Cledson José de Sousa da Parati Ferragens, foi técnico e preciso: “José Francisco da Cruz, popularmente conhecido como Zé Fuminha.” Ou é “fominha”?
Silvia voltou com tudo: “Oia eu aqui travez kkkkk.” E acertou de novo! Essa já pode pedir música no Matraca.
Evanilza Aguilar, Sebastião Júnior e outros leitores também mandaram bem com respostas certeiras. Além do nosso fiel leitor do Rio de Janeiro, Lelo Carioquinha, que disse que por ser muito fã e amigo do José Francisco, não iria concorrer ao prêmio, deixando a chance para os outros palpiteiros de plantão.
A todos os acertadores, parabéns por embarcarem com a gente nessa viagem semanal. E fiquem ligados: semana que vem tem mais mistério, mais memória e, claro, mais boas histórias no Túnel do Tempo!
O SORTUDO DA VEZ
Com a cumbuca matraqueana a girar e girar, com os nomes dos acertadores, o sorteado foi o sofredor sanpaulino (azar no futebol e sorte no Matraca), o Gildo Moura, que pode passar na recepção do A TRIBUNA e pegar o seu vale brinde do GRELHATTUS.





Ligado aos esportes desde sempre, porque, se não me engano participava da organização de torneios e de um time em Pedra Preta (o América?) ou não?