

Olá, queridos leitores da nossa coluna semanal — esse cantinho que cutuca a curiosidade e desenterra memórias com mais eficiência que detector de metais, através do “Túnel do Tempo”. Toda semana, trazemos um recorte da nossa história e personagens que deixaram (ou ainda deixam) suas digitais no coração da nossa Rondonópolis.
E porque toda grande trajetória começa com uma infância cheia de sonhos — e, às vezes, com bonecas e Papais Noéis misteriosos — hoje apresentamos a foto de uma menina de olhar curioso, segurando sua bonequinha no colo de um bom velhinho que, sinceramente, ninguém sabe se voltou para o Polo Norte ou se estacionou o trenó em São Paulo ou no Rio de Janeiro.
O brilho nos olhos dessa pequena já anunciava uma personalidade firme, daquelas que não se abalam nem com chuva de verão. Nascida em São Paulo, filha de um militar descendente de italianos e de uma nordestina arretada, ela cresceu entre histórias de coragem, fé e superação. Viveu parte da infância no Rio de Janeiro, entre linhas e agulhas da avó costureira e as lembranças de um pai que partiu cedo, mas deixou um legado de honra e trabalho.
Mais tarde, essa menina virou jornalista, mãe, cristã e uma voz ativa na vida mato-grossense — sem nunca esquecer suas raízes. E para não dizer que estamos dificultando demais, e parafraseando um político conhecido nosso: “Quero aqui dizer, que essa mulher não para!”. Além de atuar com firmeza na política, ela também é corretora de imóveis e ainda encontra tempo para ajudar o marido na empresa. Se tivesse mais horas no dia, provavelmente abriria uma padaria só para fazer pão quentinho às 5hs da manhã…e chega de dicas, né!!!?
Agora, a pergunta que não quer calar: você reconhece esse rostinho? Dê seu palpite e embarque com a gente nessa viagem ao passado. Porque aqui, no Túnel do Tempo, cada foto é uma pista e cada história, uma inspiração. Enviem suas respostas até as 13h de amanhã (quarta-feira) pelo WhatsApp (66) 99984-0796 ou pelo e-mail [email protected].
O brinde da semana é um prato para duas pessoas do nosso parceiro Cupim na Telha, a casa mais charmosa da Avenida Ponce de Arruda!
Boa sorte, e que vença o mais esperto e sortudo!
Que calor é esse?
O calor está tão intenso que o ventilador parou de ventilar e começou a me ameaçar: “Se você não me desligar, vou começar a fazer vento quente”. Agora tenho que ligar dois ventiladores; um pra mim e outro pra ele.
E está tão quente mesmo que ví testemunhas de Jeová fazendo home office.
Qualquer cachorro que andar na rua é hot dog.
Tem gente querendo pegar uma febre qualquer pra sentir um bocadinho de frio.
E estamos todo respirando por aparelho; ventilador ou ar condicionado.
Ontem pedi uma tábua de frios e já veio tudo grelhado.
Falei pra minha mulher:
— Dá vontade até de sair no quintal peladão pra cortar a grama.
Ela olhou pra mim, fez aquela cara de quem já tá prevendo a vergonha, e respondeu:
— Não faça isso, senão os vizinhos vão achar que eu casei com você por dinheiro. Arre égua!



