

Olá, queridos leitores e palpiteiros do Túnel do Tempo! O nosso personagem da semana foi facilmente desvendado pela maioria dos nossos palpiteiros que estão cada dia mais afiados e certeiros.
Nascido em Guiratinga (MT) e radicado em Rondonópolis desde 1969, ele é o músico e produtor Maximiano Ferraz de Almeida, conhecido artisticamente como Max Ferraz, que construiu uma carreira sólida e versátil que o tem consagrado como um dos grandes nomes da cena musical matogrossense.
Com mais de três décadas de trajetória, Max atua como baixista, violonista, guitarrista, cantor, tecladista e produtor musical, transitando com naturalidade por diversos gêneros, da MPB ao rock, passando pelo forró, pop e música regional.
A estreia oficial nos palcos aconteceu em 1984, ao integrar a Banda Morel, como contrabaixista. Desde então, Ferraz ampliou suas habilidades e ganhou notoriedade em projetos e apresentações por estados como Paraná, Goiás, Tocantins e Mato Grosso do Sul, além de se firmar como figura central em bandas locais como Rothasom, Máquina do Som, Musical Estrela, Força do Sol, Trio MC3 e Mistura Fina.
Seu repertório é vasto e moldado por experiências na noite, em bailes e carnavais, com domínio técnico que permite interpretar e arranjar clássicos e hits contemporâneos com assinatura própria. O lançamento do CD Furação do Forró marcou sua carreira solo, comprovando sua capacidade de se reinventar a cada formato — seja em apresentações individuais, em dupla ou com arranjos elaborados que incluem bateria, teclado ou backing vocals.
Além dos palcos, Max Ferraz também se destaca como produtor musical, incentivando novos talentos e colaborando ativamente para o crescimento da cena cultural de Rondonópolis. Seu compromisso com a arte vai além do ofício: é uma missão de vida, em suas próprias palavras:
“A música é a minha forma de expressão, a minha paixão. Através dela, posso compartilhar minhas emoções, ideias e experiências com o público.”
Há uns três meses, lançou uma nova música de sua autoria com o título “Perdeu Mané”, que pode ser encontrada em suas redes sociais e na plataforma do Youtube.
Carisma, domínio técnico e espírito colaborativo definem o perfil de Max Ferraz, cuja trajetória continua a inspirar novas gerações de músicos no Centro-Oeste brasileiro.
Bolas Cheias
Nossos palpiteiros não dormem no ponto e, como de costume, aproveitaram ao “máximo” as pistas, com direito a trocadilho e tudo. Logo cedo, o incansável Elizeu Taxista já mandou aquele zap esperto, metralhando: “Meu amigo Cabeção, que nos anos 90 era Max e André, quando eu ainda era garçom, agora tá voando solo! Grande Maxsão, arrebentando com músicas novas, inclusive aquela que já tá na boca do povo: Perdeu, Mané!”
Moisés Alves, músico da nova geração e filho do saudoso Chico Alves, completou com categoria: “É o Max Ferraz, grande músico e craque no assunto.”
Já Olímpio Alves, que entende de música e de política, foi direto ao ponto com uma dose de confusão visual: “Eiiitaaaa! Foto com ele tocando guitarra do lado esquerdo? É pra confundir o palpiteiro? Grande Max Ferraz… o cara tá com músicas novas em todas as plataformas!”
A doce Áurea Mangabeira, lá do Jardim Mato Grosso, foi certeira: “O personagem da semana é meu querido amigo Max, grande músico e cantor.”
O Reinaldo Aguiar puxou da memória afetiva: “O bonitão é o Max. Ele tocou no meu casamento! E as crias dele também são músicos!”. Já o seu irmão, o conceituado advogado Ednaldo Aguiar, que estava sumido aqui do “Túnel”, acrescentou ainda os nomes das crias: “O personagem do Túnel do Tempo desta semana é o patriarca de uma família de músicos, Max, pai do Juan e do Jabas.”
Na sequência, Maurílio Fagundes, direto do Conjunto São José, soltou o verbo:
“Esse é meu amigo e grande baluarte da música e da cultura rondonina, Max Ferraz!”
E completando a lista de detetives musicais: Débora Machado e o estreante Cartegiane, que chegaram, viram e acertaram.
Bolas Murchas
Como todo bom jogo, também tem quem chuta pra longe, pra foraaaa…O Nivaldo Carrasqueira e Daniel “Dunga” Barbosa apostaram no inesquecível Zé Damião, um baita músico, mas que nos deixou em 2015. Tentaram, valeu participar do jogo, mas hoje o placar era do Max! Um troféu “Bola Murcha” para cada um.

O Sorteado
E a cumbuca matraqueana girou com os nomes dos palpiteiros acertadores. E quem ficou com o prêmio da semana, um combo especial do Dunga Lanches, foi o moço que tem um Rio Vermelho dentro do seu coração, o não menos ilustre cantor rondonopolitano e ex-vereador Olimpio Alves. O Vale-Brinde está na recepção do A TRIBUNA à sua espera!!!



