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O Governo Federal anunciou nesta quarta-feira (11) um pacote de R$ 4,64 bilhões em investimentos destinados à ampliação e modernização de 11 aeroportos em quatro estados brasileiros. A iniciativa prevê a geração de mais de 2 mil empregos diretos e indiretos durante a fase de implantação das obras.
De acordo com informações divulgadas pelo Palácio do Planalto, os recursos serão aplicados nos aeroportos de Congonhas (SP), Campo Grande (MS), Ponta Porã (MS), Corumbá (MS), Santarém (PA), Marabá (PA), Carajás (PA), Altamira (PA), Uberlândia (MG), Uberaba (MG) e Montes Claros (MG).
O financiamento será realizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
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Capacidade operacional e modernização
Segundo o Ministério de Portos e Aeroportos, o objetivo do investimento é ampliar a capacidade operacional dos terminais contemplados. No caso do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, a estimativa é elevar a capacidade anual de passageiros de 29 milhões para mais de 40 milhões.
A pasta informou ainda que os investimentos incluem terminais nos estados de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Pará, com foco na conexão de áreas produtivas do interior aos grandes centros urbanos.
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Mato Grosso não está na lista
Apesar do anúncio bilionário, nenhum aeroporto de Mato Grosso foi incluído no pacote de investimentos divulgado pelo governo federal.
O estado possui terminais em cidades estratégicas como Cuiabá, Rondonópolis, Sinop, Sorriso e Alta Floresta, que atendem à demanda do agronegócio, do setor industrial e de passageiros em deslocamento para outras regiões do país.
Nos últimos anos, Mato Grosso tem registrado crescimento populacional e expansão econômica, fatores que impactam diretamente o fluxo aéreo regional.
Mesmo diante desse cenário, o estado não aparece entre os contemplados no programa anunciado nesta quarta-feira.
Até o momento, não houve detalhamento por parte do governo federal sobre eventuais novos pacotes ou fases complementares que possam incluir aeroportos mato-grossenses.
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Como o governo federal vai olhar pro MT se o governador de direita Mauro Mendes está metendo 17% de ICMS sob combustíveis em cima do povo, fazendo a população pagar 6,50 no litro da gasolina, e congelando o ICMS dos agropecuaristas e agrícolas, pois o agro não tem dinheiro pro ICMS, quem tem é o povo pra pagar o ICMS em cima da gasolina. O governador mal se preocupa em terminar um BRT, quem dirá se preocupar com aeroporto pro povo. No máximo se preocupar com o aeroporto do agro, pros barões do agro viajarem em seus jatinhos particulares
Não creio que o governo federal prejudique nosso Estado por politicagem.
Com certeza, em outra fase, os recursos virão.
Sempre veio.