Advogado morto em Rondonópolis foi vítima de latrocínio; suspeito confessa crime planejado como assalto por aplicativo

Polícia Civil prendeu um homem de 27 anos que admitiu participação; segundo envolvido segue foragido

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(Foto: Polícia Civil)

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A morte do advogado e motorista por aplicativo Paulo de Souza Freitas Junior, de 48 anos, passou a ser investigada como latrocínio — roubo seguido de morte — após a prisão de um dos suspeitos nesta quarta-feira (11), em Rondonópolis (MT).

O homem, de 27 anos, foi localizado e preso no Residencial Celina Bezerra (foto acima), bairro próximo ao ponto onde o carro da vítima havia sido encontrado abandonado dias antes.

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito confessou participação no crime e afirmou que ele e um comparsa solicitaram uma corrida por aplicativo já com a intenção de assaltar o motorista.

Segundo as informações repassadas à investigação, quando Paulo chegou ao local de embarque, os dois anunciaram o roubo utilizando uma arma de brinquedo e uma faca.

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(Foto: reprodução)

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Dinâmica do crime é apurada

As circunstâncias exatas da morte ainda dependem da conclusão do laudo pericial.

Conforme a investigação, a vítima teria reagido à abordagem. Durante a ação, os suspeitos utilizaram o cinto de segurança do veículo para amarrar Paulo e aplicaram um golpe conhecido como “mata-leão”.

A causa da morte ainda será confirmada oficialmente pela perícia.

Após o crime, a dupla fugiu levando o veículo da vítima. Por razões que não foram divulgadas pela polícia, o carro foi abandonado e posteriormente localizado.

A Polícia Civil segue com as investigações para identificar e prender o segundo suspeito envolvido no caso.

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O corpo do advogado Paulo Freitas foi localizado pela polícia na tarde da última sexta-feira (6), no bairro Alta Vista Parque (Foto – Arquivo)

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Corpo foi localizado em área de mata

Paulo estava desaparecido desde quinta-feira (5). O corpo foi encontrado na sexta-feira (6), em uma área de mata no bairro Alto Vista Parque, em Rondonópolis.

Horas antes da localização do corpo, o carro do advogado foi achado abandonado em uma estrada, a cerca de 16 quilômetros de distância do ponto onde a vítima foi encontrada.

Dentro do veículo, policiais localizaram documentos pessoais queimados e objetos espalhados.

A situação levantou suspeitas de tentativa de ocultação de provas e auxiliou na definição da linha investigativa adotada.

O corpo apresentava indícios de violência e sinais de asfixia.

Paulo de Souza Freitas Junior deixou esposa e dois filhos, de 12 anos e 1 ano de idade.

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