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A omissão das autoridades públicas no passado resultou em um cenário trágico em Rondonópolis, que ainda perdura nos dias atuais.
Na década passada, a desativação do pátio de guarda e apreensão de veículos, da fiscalização eletrônica, da operação fiscalizatória, da lei seca e de campanhas educativas efetivas tornaram em uma terra sem leis o trânsito de Rondonópolis, considerado até então em um dos mais letais de Mato Grosso.
Reverter esse quadro continua sendo o desafio das autoridades públicas para 2026, que iniciaram no ano passado uma série de medidas austeras, mas necessárias, para tornar o trânsito local mais seguro e menos mortal.
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Confira nessa edição os desafios de Rondonópolis no trânsito para o ano que se inicia.
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Se ele conseguir elaborar um plano de contingência para o trânsito em Rondonópolis talvez ele ajude o Brasil inteiro, porque essa imprudência não é exclusiva do nosso município, isso acontece no Brasil inteiro, por isso somos o trânsito mais letal do mundo. Agora um prefeito que mal tem secretários técnicos conseguir criar um plano de contingência vai ser engraçado de assistir.