
Desde o começo da operação do terminal ferroviário, em 2013, Rondonópolis viu sua arrecadação municipal disparar, contribuindo em muito para a elevação dos recursos públicos disponíveis.
Em 2015, a Rumo assumiu a concessão da ferrovia até Rondonópolis, contando hoje com uma operação pronta para atender as altas demandas da safra mato-grossense.
Em Rondonópolis, no pico das safras, o terminal recebe mais de 1.800 caminhões e embarca mais de sete trens de 120 vagões, contabilizando em média mais de 80 mil toneladas por dia. De forma eficiente, o terminal da Rumo em Rondonópolis conta com 15 moegas rodoviárias e três tulhas ferroviárias que permitem carregar três trens simultaneamente.
Em 2022, foram 26 milhões de toneladas de grãos (soja, farelo de soja e milho) que saíram de Mato Grosso para o mercado de exportação via ferrovia até o Porto de Santos. Isso equivalente, segundo a concessionária, a 44,7% das exportações do Estado.
Em um investimento de mais de R$ 11 bilhões, a empresa Rumo já atua nas obras de execução da ferrovia estadual que ligará Rondonópolis, Cuiabá, Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso. Até agora, a ferrovia chega até Rondonópolis, junto à BR-163, onde possui o maior terminal ferroviário da América Latina.
Os trabalhos da nova ferrovia de Mato Grosso foram iniciados em novembro do ano passado com a construção do primeiro viaduto ferroviário sobre a BR-163, situado na saída do terminal de Rondonópolis. A obra, localizada no km 08 da futura ferrovia, contou com mais de 100 profissionais envolvidos.
Segundo a Rumo, a obra foi concluída agora em maio de 2023. Depois seguirá por mais 35 km até as margens do Rio Vermelho, onde será construída uma ponte-férrea de cerca de 1 km de extensão.
Essa será a primeira ferrovia estadual e terá 730 quilômetros de trilhos em dois ramais, um ligando Rondonópolis até Cuiabá e outro ligando Rondonópolis até Lucas do Rio Verde. Ao todo, as obras contarão com 22 pontes, 21 viadutos, cinco passagens inferiores, aproximadamente dois quilômetros de túneis e um total de 108 mil toneladas de trilhos.
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) também emitiu a Licença de Instalação do segundo trecho da 1ª ferrovia estadual de Mato Grosso, envolvendo 71 km de extensão, em um trajeto que ligará as cidades de Rondonópolis e Juscimeira. Assim, neste primeiro semestre de 2023, a empresa iniciará as obras de terraplanagem e drenagem dos primeiros 211 quilômetros previstos até Campo Verde.

A expectativa é que o trecho entre Rondonópolis e Cuiabá estará concluído e em funcionamento no ano de 2025. Para o economista Luís Otávio Bau Macedo, professor da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), a expansão da ferrovia para o norte do estado, por um lado deve representar queda de arrecadação tributária do município. Isso em virtude de que, atualmente, os fretes são contabilizados a partir de Rondonópolis.
Agora, na medida que a maior parte de produção destinada para Santos tiver a origem em Lucas do Rio Verde, Nova Mutum e Campo Verde, por exemplo, os fretes lotados no terminal de Rondonópolis irão diminuir bastante.
“O terminal em Rondonópolis, provavelmente, será um ponto de passagem das composições já lotadas com a produção do norte de Mato Grosso, recepcionando cargas periféricas oriundas do entorno do município”, entende o economista.
Por outro lado, nos fretes de retorno, Luís Otávio analisa que ocorrerá o mesmo efeito, pois as importações de fertilizantes e combustíveis que hoje, necessariamente, precisam ser desembarcadas em Rondonópolis, poderão seguir via ferrovia até seu destino final. Isso irá reduzir a atratividade de instalação de empresas no município que, atualmente, são seduzidas pela sua logística e localização estratégica.
“Em síntese, o município precisará ampliar a sua competitividade na produção de bens e serviços de maior valor agregado: biocombustíveis, têxteis, equipamentos agroindustriais, indústria de alimentos, além de expandir e fortalecer os seus núcleos de saúde e de educação”, adverte.
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Para isso, o professor diz que será necessário planejamento que requer uma agência de desenvolvimento regional para organizar os projetos e congregar os agentes locais de maneira colaborativa, entre o setor público e privado – o que ainda não se fala localmente. “O desenvolvimento econômico vai requerer horizonte de longo prazo, pois a fase do improviso terminou”, alerta.
Contudo, em relação à expansão da ferrovia rumo ao norte do estado, a Rumo informou ao A TRIBUNA que tem plena confiança no potencial logístico de Rondonópolis.
Nesse sentido, atesta que mais de R$ 230 milhões foram investidos no complexo multimodal de Rondonópolis para aumentar a capacidade de recebimento e escoamento dos produtos agrícolas. “Hoje é o maior terminal de grãos da América Latina, com uma estrutura moderna e capacitada também para a indústria”, externou.
Falando do futuro do terminal, a concessionária repassou que, além do atendimento dos centros de produção agrícola mais próximos, há um grande potencial de atendimento na circulação de bens de consumo e produtos industriais, sobretudo em contêineres.





Com gestões de baixo nível como temos atualmente em Rondonópolis, perderemos muito com a ida da ferrovia para a região norte – Um Prefeito que não busca a industrialização da cidade, quase perdemos um importante Hospital por incompetência desse pseudo prefeito, não temos investimentos em infraestrutura, não é trabalhado na cidade a educação superior para sermos uma cidade universitária mais atrativa do Estado, enfim… Nossa cidade indo para o ostracismo.
Temis que ter o cuidado de depender somente do modal ferroviàrio.
A concorrencia temque existir entre os modais ferroviarios e ridoviario…
E o motorista que fique na estrada com agendamento de até 3 dias
O importante é pensar no desenvolvimento regional e não só local
Só sei de uma coisa certa…os municípios ao norte irão ganhar muuuito…agora RDN…”ta deixando o trem passar”
Parabéns pela matéria. A tempos venho observando com preocupação esta mudança de logística que ocorrerá com o prolongamento desde madal.
Acho que roo vai perder muito em arrecadação e empregos como aconteceu em a. taquari e a.araguaia e não tô vendo o poder público se mobilizar pra compensar tal perda.
Parabéns a tribuna pela matéria da ferrovia. Pena que os políticos locais andam dormindo em berço esplêndido. O que eles sabem sobre planejamento é uma vergonha.
Medida ajudaria a combater o ataque aos trens que transportam soja para o Porto de Santos
Os ataques constantes aos trens que transportam soja para o Porto de Santos vêm provocando prejuízos financeiros e risco à vida de trabalhadores das concessionárias dos transporte ferroviário e os moradores próximos das ferrovias da Baixada Santista. Apesar que apenas 0,16% da malha ferroviária administrada pela Rumo ficar na região somente em janeiro aconteceram 45% dos crimes por aqui.
Acesse nosso site e leia a notícia na íntegra, https://ferrofrente.org/presidente-da-ferrofrente-pede-regulamentacao-urgente-da-policia-ferroviaria-federal/
Os ataques constantes aos trens que transportam soja para o Porto de Santos vêm provocando prejuízos financeiros e risco à vida de trabalhadores das concessionárias dos transporte ferroviário e os moradores próximos das ferrovias da Baixada Santista. Apesar que apenas 0,16% da malha ferroviária administrada pela Rumo ficar na região somente em janeiro aconteceram 45% dos crimes por aqui.
José Manoel Ferreira Gonçalves, presidente da Ferrofrente, destaca que vem alertando há tempos sobre os riscos pelas ferrovias do País. Ele cita a necessidade urgente da regulamentação da Polícia Ferroviária Federal. ” Há um projeto de lei no Senado Federal, mas não há nenhuma articulação para que seja regulamentada a atividade importantíssima da Polícia Ferroviária. Não há regulação a respeito do assunto. Uma polícia com um plano de carreira, com cargos de agentes e de inspetores. Não há uma ação firme no setor. As empresas terceirizadas de carga, que são as concessionárias, não têm verdadeiramente se preocupado com isso. É preciso organizar patrulhamentos preventivos, planejados com ação de inteligência de segurança, usar tecnologias para a redução não só das perdas e dos furtos, mas também para cuidar da imagem. A quem interessa invadir faixa de domínio? A quem interessa furtar carga na calada da noite? Isso não tem sentido. Outra coisa, vigilante particular não pode fazer segurança pública. Então é preciso com urgência haver a regulação da atividade que é fundamental para trazer segurança e paz a todos que utilizam nossas ferrovias”, afirmou o engenheiro. Citou também a falta de políticas públicas para redução de perdas e furtos, mas sobretudo uma política pública para preservação da vida das pessoas, da integridade do sistema.
José Manoel lembrou também que existem omissões graves da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). “É uma agência decorativa. Continua alheia a tudo. Cabe ao Senado Federal demitir todos os que estão lá e que vêm do governo anterior. É preciso refazer a ANTT. Falta coragem, capacidade de comunicação e convencimento e ações integradas para solucionar os problemas”.
Ele afirmou que produtores, trades e as concessionárias precisam fazer funcionar a coisa certa. “Em 2020, caíram pelas estradas mais de 1,5 milhão de toneladas de soja. Isso é pouco, mas é muito para quem passa fome. Também existe aí um bom volume de milho. Percentualmente é 1,2 % da produção de soja e 1,3% do milho, sendo R$ 3 bi e R$ 1,5 bi respectivamente, são perdidos. É muito dinheiro, mas é pouco quando se pensa no valor imaterial, nas perdas humanas que pode representar”, declaro
determina através da Portaria nº 855/2010, criar Grupo de Estudos para examinar as reais necessidades de segurança especializada em ferrovias e a forma de transferência dos analistas, assistentes e agentes de seus órgãos de origem para o Ministério da Justiça.
14 de janeiro de 2011: O ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, através da Portaria n° 4 institui, no âmbito do Ministério da Justiça grupo de trabalho para a elaboração de diagnóstico nacional de segurança da malha ferroviária federal.
7 de fevereiro de 2011: O ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, através da Portaria n° 115, resolve designar os membros para compor o Grupo de Trabalho instituído pela Portaria MJ nº 04, de 17 de janeiro de 2011.
8 de março de 2011: A presidente Dilma Rousseff, o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, entre outros ministros de Estado, determina nova organização do Ministério da Justiça conforme disposto pela Lei 10.683/2003, através da MP 527. Na redação passa integrar na estrutura básica do Ministério da Justiça, Art. 29, XXI, … o Departamento da Polícia Ferroviária Federal (DPFF).
15 de junho de 2011: Aprovação da Medida Provisória 527 e das Emendas de n.ºs 1 e 13, na forma do Projeto de Lei de Conversão N°17. Emenda Aditiva 013 com autoria do Deputado João Paulo Cunha (PT), adicionando-se ao inciso 8º, ao Art. 29º, da Lei 10.863, de 28 de maio de 2003, passando a ter a seguinte redação:
“§ 8º – Os profissionais da Segurança Pública Ferroviária oriundos do grupo Rede Ferroviária Federal – RFFSA, da Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU e da Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre – TRENSURB, que estavam em exercício em 5 de dezembro de 1990, passam a integrar o Departamento de Polícia Ferroviária Federal, do Ministério da Justiça.”
6 de julho de 2011: Votação do PLC N° 17 proveniente da Medida Provisória nº 527, de 2011. Discussão, em turno único e aprovado o PLV no Senado Federal.
4 de agosto de 2011: A presidente Dilma Rousseff, na origem, que restitui o autógrafo da matéria, sanciona e transforma na Lei nº 12.462, de 4 de agosto de 2011.
28 de setembro de 2011: O ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, através da Portaria n° 2.158, resolve instituir Grupo de Trabalho com o objetivo de analisar alternativas para a implementação do disposto no §8º, do art. 29, da Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003, incluído pela Lei nº 12.462, de 5 de agosto de 2011, elaborar plano de trabalho e efetuar as recomendações aos órgãos competentes.
24 de novembro de 2011: O ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, através da Portaria n° 2.585, resolve prorrogar por 60 (sessenta) dias o prazo de que trata o art. 6º da Portaria nº 2.158.
13 de janeiro de 2012: O secretário executivo do Ministério da Justiça, através da Portaria n° 76, publica as relações dos profissionais de Segurança Pública Ferroviária em exercício em 11 de dezembro de 1990 da Rede Ferroviária Federal (RFFSA), Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) e Metrô de Porto Alegre (TRENSURB).[6]
24 de agosto de 2012: 278 policiais ferroviários foram reintegrados pela Justiça no Rio de Janeiro, que determinou que sua transferência para a Companhia Fluminense de Trens Urbanos (Flumitrens) e posterior demissão foi inconstitucional, já que todos os PRF na ativa em 1990 foram deixados em disponibilidade para integrar o quadro da recém reestruturada Polícia Ferroviária Federal em 1988. Atualmente estão laborando na CBTU STU de Belo Horizonte.[16][17][18]
Privatização das ferrovias brasileiras
Com a privatização das ferrovias brasileiras em 1996, o seu efetivo foi reduzido de 3.200 para 1.200 policiais em todo o país, para fiscalizar cerca de 26 mil quilômetros de trilhos, destinados ao transporte de cargas.
criação da PFF tem previsão constitucional, a estruturação e elaboração do plano de cargos e salários devem observar o interesse e a justificativa do Ministério da Justiça, bem como os profissionais poderiam ser incluídos em quadros especiais. Este processo está em fase de reconsideração.
4 de junho de 2010: O secretário executivo do Ministério da Justiça, Rafael Thomaz Favetti, determina através da Portaria nº 855/2010, criar Grupo de Estudos para examinar as reais necessidades de segurança especializada em ferrovias e a forma de transferência dos analistas, assistentes e agentes de seus órgãos de origem para o Ministério da Justiça.
14 de janeiro de 2011: O ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, através da Portaria n° 4 institui, no âmbito do Ministério da Justiça grupo de trabalho para a elaboração de diagnóstico nacional de segurança da malha ferroviária federal.
7 de fevereiro de 2011: O ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, através da Portaria n° 115, resolve designar os membros para compor o Grupo de Trabalho instituído pela Portaria MJ nº 04, de 17 de janeiro de 2011.
8 de março de 2011: A presidente Dilma Rousseff, o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, entre outros ministros de Estado, determina nova organização do Ministério da Justiça conforme disposto pela Lei 10.683/2003, através da MP 527. Na redação passa integrar na estrutura básica do Ministério da Justiça, Art. 29, XXI, … o Departamento da Polícia Ferroviária Federal (DPFF).
15 de junho de 2011: Aprovação da Medida Provisória 527 e das Emendas de n.ºs 1 e 13, na forma do Projeto de Lei de Conversão N°17. Emenda Aditiva 013 com autoria do Deputado João Paulo Cunha (PT), adicionando-se ao inciso 8º, ao Art. 29º, da Lei 10.863, de 28 de maio de 2003, passando a ter a seguinte redação:
“§ 8º – Os profissionais da Segurança Pública Ferroviária oriundos do grupo Rede Ferroviária Federal – RFFSA, da Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU e da Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre – TRENSURB, que estavam em exercício em 5 de dezembro de 1990, passam a integrar o Departamento de Polícia Ferroviária Federal, do Ministério da Justiça.”
6 de julho de 2011: Votação do PLC N° 17 proveniente da Medida Provisória nº 527, de 2011. Discussão, em turno único e aprovado o PLV no Senado Federal.
4 de agosto de 2011: A presidente Dilma Rousseff, na origem, que restitui o autógrafo da matéria, sanciona e transforma na Lei nº 12.462, de 4 de agosto de 2011.
28 de setembro de 2011: O ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, através da Portaria n° 2.158, resolve instituir Grupo de Trabalho com o objetivo de analisar alternativas para a implementação do disposto no §8º, do art. 29, da Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003, incluído pela Lei nº 12.462, de 5 de agosto de 2011, elaborar plano de trabalho e efetuar as recomendações aos órgãos competentes.
24 de novembro de 2011: O ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, através da Portaria n° 2.585, resolve prorrogar por 60 (sessenta) dias o prazo de que trata o art. 6º da Portaria nº 2.158.
13 de janeiro de 2012: O secretário executivo do Ministério da Justiça, através da Portaria n° 76, publica as relações dos profissionais de Segurança Pública Ferroviária em exercício em 11 de dezembro de 1990 da Rede Ferroviária Federal (RFFSA), Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) e Metrô de Porto Alegre (TRENSURB).[6]
24 de agosto de 2012: 278 policiais ferroviários foram reintegrados pela Justiça no Rio de Janeiro, que determinou que sua transferência para a Companhia Fluminense de Trens Urbanos (Flumitrens) e posterior demissão foi inconstitucional, já que todos os PRF na ativa em 1990 foram deixados em disponibilidade para integrar o quadro da recém reestruturada Polícia Ferroviária Federal em 1988. Atualmente estão laborando na CBTU STU de Belo Horizonte.[16][17][18]
Privatização das ferrovias brasileiras
Com a privatização das ferrovias brasileiras em 1996, o seu efetivo foi reduzido de 3.200 para 1.200 policiais em todo o país, para fiscalizar cerca de 26 mil quilômetros de trilhos, destinados ao transporte de cargas.
Em 26/06 à polícia ferroviária federal, fará 171 anos de existência. Você conhece o papel da Polícia Ferroviária Federal?
A Polícia Ferroviária Federal (PFF) é uma instituição policial ostensiva federal brasileira cuja principal função é garantir a segurança com cidadania nas ferrovias federais e em áreas de interesse da União, previsto na Constituição Federal. Sua principal função é proteger a malha ferroviária do país, atuando na prevenção de atos de vandalismo e crimes de todos os tipos.
Acesse o site da FENAPFF e saiba mais https://portal.fenapff.org/historia-da-pff/
Decreto nº 1.930, de 26 de Abril de 1857
Approva o Regulamento para a fiscalisação da segurança, conservação e policia das estradas de ferro, em virtude do § 14 do Art. 1.º do Decreto n.º 641 de 26 de Junho de 1852.
Em virtude do § 14 do Art. 1º do Decreto Nº 641 de 26 de Junho de 1852, Hei por bem Approvar o Regulamento para a fiscalisação da segurança, conservação e policia das estradas de ferro, o qual com este baixa, assignado por Luiz Pedreira do Coutto Ferraz, do Meu Conselho, Ministro e Secretario d’Estado dos Negocios do Imperio, que assim o tenha entendido, e faça executar. Palacio do Rio de Janeiro em vinte seis de Abril de mil oitocentos cincoenta e sete, trigesimo sexto da Independencia e do Imperio.
Com a Rubrica de Sua Magestade o Imperador.
Luiz Pedreira do Coutto Ferraz.
Transporte Ferroviário teria que ser uma prioridade principalmente nas Regiões produtoras de Grãos as Rodovias não suporta mais tantos caminhos pesados cidades com muito transtorno de caminhão
COMO FICA À SEGURANÇA NO TRANSPORTE, TEM QUE A VER POLICIAMENTO NAS FERROVIAS, GARANTINDO QUALQUER SINISTROS NO TRECHO.
QUEREMOS À VOLRA DA POLÍCIA FERROVIÁRIA FEDERAL.
Muito bom.