
Rondonópolis chegou a 244.897 habitantes, conforme o Censo 2022, que foi divulgado ontem (28) oficialmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número de habitantes ficou um pouco abaixo da prévia divulgada em dezembro do ano passado pelo Instituto, que apontava que a cidade contava com 253.338 habitantes.
Nos últimos 12 anos, período de intervalo para o último Censo que foi realizado em 2010, Rondonópolis teve um crescimento populacional de 25,28%, com o aumento de 49.421 residentes, em relação aos 195.476 habitantes contabilizados pelo levantamento anterior.
O crescimento populacional nestes 12 anos ficou um pouco abaixo do registrado na década anterior – entre 2000 e 2010 – quando a população passou de 150.227 em 2000 para 195.476 em 2010, crescendo 30%.
Com aumento de 25,28% na população, Rondonópolis teve um crescimento populacional médio anual, segundo o IBGE, de 1,89%. Esse índice ficou maior que o de Mato Grosso, cuja população passou de 3.035.122 habitantes em 2010 para 3.658.813 em 2022. Crescimento total de 20,55%, e média anual de 1,57%.
Com 244.897 habitantes, Rondonópolis continua sendo a cidade com a terceira maior população de Mato Grosso, atrás de Cuiabá, com 650.912 habitantes, conforme o Censo 2022, e, Várzea Grande, com 299.472 habitantes.
Tanto Rondonópolis como Mato Grosso tiveram crescimento populacional acima do brasileiro. De acordo com o Censo 2022, o Brasil chegou a 203.062.512 habitantes.
Desde 2010, quando foi realizado o Censo Demográfico anterior, a população do país cresceu 6,5%, ou 12.306.713 pessoas a mais. Isso resulta em uma taxa de crescimento anual de 0,52%, a menor já observada desde o início da série histórica iniciada em 1872, ano da primeira operação censitária do país.
Nos 150 anos que separam a primeira operação censitária da última, o Brasil aumentou a sua população em mais de 20 vezes: ao todo, um acréscimo de 193,1 milhões de habitantes.
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O maior crescimento, em números absolutos, foi registrado entre as décadas de 70 e 80, quando houve uma adição de 27,8 milhões de pessoas. Mas a série histórica do Censo mostra que a média anual de crescimento vem diminuindo desde a década de 60.
“Em 2022, a taxa de crescimento anual foi reduzida para menos da metade do que era em 2010 (1,17%)”, afirma o coordenador técnico do Censo, Luciano Duarte.




