
O processo de contratação do consórcio de empresas que irá instalar o sistema de fiscalização eletrônica no trânsito de Rondonópolis está na fase final.
Ao A TRIBUNA, a Secretaria Municipal de Administração informou que a licitação está feita e no momento é realizada a fase de auditagem, que consiste em uma análise jurídica detalhada, para posteriormente o processo ser encaminhado para a assinatura do prefeito José Carlos do Pátio.
A licitação para a implantação da fiscalização eletrônica em Rondonópolis teve um consórcio composto por três empresas como vencedor do certame. O consórcio é composto pelas empresas Data Traffic S/A, Shempo Indústria e Comércio Ltda e Innovation Tecnologia e Soluções Ltda e será contratado por aproximadamente R$ 33 milhões. O certame foi realizado pela Prefeitura em 17 de agosto.
Após a assinatura do contrato com o Município, o consórcio começará a instalação dos equipamentos na cidade. Depois de instalados, será ainda realizado um período de um mês de teste, para somente então, a fiscalização eletrônica entrar em funcionamento efetivo com a aplicação de multas.
Conforme previsto no edital de licitação da Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito (Setrat), devem ser instalados 15 avanços semafóricos, 22 lombadas eletrônicas, 60 radares fixos para controle de velocidade, 36 medidores de peso e 36 de altura para controle da restrição de tráfego para veículos pesados, e 10 totens eletrônicos para informação de trânsito.
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Os avanços semafóricos devem ser instalados na região central, bem como em alguns cruzamentos de bairros. Já os radares fixos serão distribuídos em várias vias, como Avenida dos Estudantes, Avenida Presidente Médici, Rua Fernando Correia da Costa, Avenida Bandeirantes, Avenida Goiânia, Avenida Poguba, entre outras. As lombadas eletrônicas estão previstas para serem instaladas próximo a escolas, supermercados e locais com grande fluxo de pedestres.
O sistema de fiscalização eletrônica em Rondonópolis foi implantado em 2014 na gestão do ex-prefeito Percival Muniz e permaneceu em funcionamento até o início de 2019, quando o contrato com a empresa que fornecia o serviço para a Prefeitura venceu e o Município optou pela não renovação contratual.





Fora que tem que ser extremamente fiscalizado, para não virar indústria da MULTA.
Já pensou o trânsito de Rondonópolis já é um caos, colocar radar vai adiantar em que, teria que primeiro melhorar a malha, para assim o trânsito fluir não parar ele de vez.