
A coordenadora do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do Conjunto São José, Reginey Lúcia Nunes Ribeiro, esteve ontem (18) no jornal A TRIBUNA para explicar que a situação do Cras não é precária como havia sido anunciado no último domingo em reportagem que retratava a visita de vereadores ao local. Segundo ela, os problemas apontados, como falta de internet, cobertura quebrada e falta de acessibilidade para portadores de necessidades especiais já estão sendo resolvidos pela Prefeitura.
De acordo com a coordenadora, a internet do local está cortada por um problema burocrático, que já está sendo resolvido. “É só uma questão burocrática e logo estará tudo resolvido”, afirmou.
Segundo Reginey Ribeiro, a cobertura do prédio possui rachaduras. “Foi feita uma reforma recentemente, o que acontece é que há duas quadras esportivas ao lado do Cras onde as crianças jogam bola e a bola constantemente vai parar na cobertura quebrando esta que é de amianto. Mas, esse problema também deve ser resolvido. Um projeto já está na Secretaria Municipal de Infraestrutura”, reiterou a coordenadora.
Sobre a questão de falta de acessibilidade para portadores de necessidades especiais, a coordenadora também ressaltou que a questão deve ser resolvida pela Prefeitura, que já conta com um projeto para dar acessibilidade em todos os Cras da cidade.
O CASO
A questão sobre os problemas do Cras do Conjunto São José foi levantada por uma comissão de vereadores que visitou o local e apontou que o prédio estava sem internet, com problemas de infiltração e com a cobertura quebrada, além de falta de acessibilidade para portadores de necessidades especiais e de internet.
No entanto, na avaliação da coordenadora, houve um certo exagero ao repassar as informações para a imprensa. Reginey Ribeiro também reclama que a assessoria de imprensa da Câmara atribuiu declarações como se fossem dela e que não saíram da sua boca. “O que verdadeiramente eu disse não foi citado”, pontua.




Essa mulher tinha que ser exemplo, mas……….