Este 12 de Maio é mais do que o Dia das Mães. Para milhões de fiéis, é o dia de Nossa Senhora de Fátima, mãe generosa e acolhedora que, num longínquo 1917, apareceu pela primeira vez a três pequenos pastores. Ainda que você não acredite em milagres, creia: Fátima é poderosa. Desde 1917, peregrinos de todos os cantos do mundo visitam, em Portugal, a Cova de Iria, local de suas seis aparições. Atualmente, cerca de quatro milhões de pessoas por ano colocam os pés naquele solo sagrado, onde há 84 anos se dava uma das mais belas manifestações do divino: diante de 70 mil pessoas, o Sol pareceu dançar no firmamento.
As mães de todos os lugares do mundo também acolhem com cuidado seus filhos biológicos e aqueles que chegaram às suas mãos das diferentes formas. A proteção, o amparo, o cuidado e o zelo são características da Mãe de Deus e das mães de um modo geral. Muitas delas abraçam a maternidade, mesmo que não sejam as mães biológicas e cuidam de todos com o mesmo carinho que teriam para com seus próprios filhos. Ao longo da vida, esbarramos com centenas de mulheres que assumem com delicadeza essa maternidade, sempre na defesa incontestável de seus filhos e filhas.
Assim como Nossa Senhora de Fátima, essas mães estendem seus mantos protetores sobre as pessoas que, em sua angústia, buscam um amparo. As mães protegem seus filhos em sua fragilidade, defende-os dos perigos do mundo; como também são convidadas a ensinar os (as) filhos (as) a amar a Deus e a conversar com Ele, pois, somente acreditando e partilhando a fé, é possível exercer a maternidade de forma serena, entregando seus filhos (as) à proteção Deus e intercessão de Maria.
Assim, desta forma, é possível dizer que o dia mais importante do mês de Maio não é o dia das mães, mas todos os dias, não é só no dia das mães que se fala “eu te amo mãe” e sim todos os dias, todas as horas e a qualquer momento, por isso fica aqui registrado uma homenagem a todas as mães:
“Mãe gosta mesmo é de…
carinho,
de sorrisos,
de abraços,
de beijos,
de chamego,
de palavras amorosas,
gestos delicados,
de aconchego, bem pertinho do peito!
Mãe que se preza mesmo, gosta é de…
ser chamada de mãezinha,
ou, quem sabe… de mãezona,
de carícias nos cabelos,
de telefonemas,
de telegramas,
de cartinhas coloridas,
de recados na mesa
e de cafezinho na cama.
Mãe gosta de…
boas notas na escola,
de conversas ao pé do ouvido,
de confidências à noite,
de ser admirada,
de ser comparada à irmã mais velha,
de ver o filho crescer, amadurecer…
e a Deus conhecer.
Enfim… mãe gosta mesmo é…
de tudo que vem do filho.
Pois nele, sua vida se completa.
A vida de mãe é uma eterna festa!
Ela se sente mais jovem,
Ela se sente feliz!”
(*) José Natalino, Seminarista propedêutico, Bom Pastor.



