É fato que o consumo de crack vem se espalhando pelo país e já se transformou em um dos principais problemas para a maioria dos municípios brasileiros. O crescimento do consumo e dos problemas relacionados ao uso do crack constitui, atualmente, um grande desafio para a implementação de uma política de atenção aos problemas com drogas no Brasil.
O consumo do álcool, tabaco e outras drogas agravam problemas sociais, familiares e econômicos. Neste contexto, o surgimento e o aumento rápido do consumo de crack desde a década de noventa incrementam a gravidade destes problemas amplificando e agravando condições de vulnerabilidade especialmente para as parcelas da população carente. No Brasil, o consumo cresceu, principalmente entre crianças, adolescentes e adultos que vivem na rua, isso faz com que aconteçam pressões diversas sobre ações que dêem aos usuários de crack oportunidades de viverem de forma digna e saudável.
Por outro lado o aumento do consumo de crack implica no aumento da violência e na insegurança da população. Essa explosão de uso faz com que ocorra um efeito cascata de danos e prejuízos ao Erário. Vários estudos mostram que a fatia mais considerável da violência nas principais cidades brasileiras está relacionada à introdução do crack. Acredita-se que o crack é a droga mais danosa em circulação na sociedade, e os municípios ainda não estão preparados para atender a especificidade do dependente de uma droga diferente de todas as outras existentes.
Em muitos aspectos, o uso e os problemas relacionados ao consumo de crack não são diferentes do que acontecem com outras drogas. Mas há diferenças e para que as ações sejam efetivas, há a necessidade de conhecer de forma mais profunda os problemas relacionados ao uso dessa droga. O crack é uma forma muito barata de levar as moléculas de cocaína ao cérebro em segundo provocando efeito muito intenso.
Enfim, o uso de crack tornou-se um grande problema da atualidade, principalmente nas grandes metrópoles, isso implica em um problema de saúde publica, pois engloba diversos setores da sociedade; resta-nos saber quais medidas estão sendo tomadas a curto e longo prazo, que possam enfim mitigar os sofrimentos causados as pessoas que estão direta ou indiretamente ligado a eles.
(*) Kleyva Castro – graduada do curso de Ciências Biológicas da UFMT




As drogas sempre existirão, mas podemos dificultar ao máximo a entrada em nosso país policiando dioturnamente nossas fronteiras (terra, mar,aeroportos) que estão escancaradas aos traficantes e criar leis super severas (prisão perpétua, por exemplo) para de fato punir exemplarmente esse tipo de gente, como também os contrabandistas de armas.