O “Túnel do Tempo” desta semana presta uma homenagem ao saudoso ex–jogador João Batista Francisco Silva, o Gatinho, que faleceu no último dia 10 de maio, vítima de complicações decorrentes de um infarto. Ele tinha 58 anos, foi jogador do União Esporte Clube e também atuou por times amadores da cidade, entre eles o Palmeiras de Vila Operária, uma das equipes mais tradicionais do futebol amador de Rondonópolis nas décadas de 70 e 80.
Entre os ‘palpiteiros’, o advogado Márcio Garcia, apesar de não fazer parte do time da ‘velha guarda’, acertou em grande estilo. A exemplo da Amanda Barbosa, filha do Joel Colecionador, o Marcinho contou toda a trajetória do Gatinho como jogador e também fora do campo, onde exercia atividades ligadas à pecuária. “Não tem erro! Aposto a garaparia do Fião com garapeiro e tudo”, afirmou o advogado. Aliás, por falar em Fião, ele também cravou na mosca e matou a charada, a exemplo do Valdete Santista. Já o advogado Zé Aparecido mandou o seguinte e-mail para a assessoria matraqueana: “Reiterando a denúncia anterior, solicito apurações urgentes, pois todas que o Fião acerta ele é ‘ajudado’ pelo Seo Antônio (Nica), que trabalha no Fórum. O Fião mesmo não acerta nada. O personagem de hoje é o grande craque Gatinho. O prêmio pode ser em garapa do Fião mesmo”, escreveu.
EMOÇÃO
Brincadeiras à parte, a assessoria matraqueana recebeu um comovente telefonema da leitora Enezilda Ferreira Silva, viúva do saudoso Gatinho. “Fiquei emocionada quando vi a foto do meu marido neste espaço do A TRIBUNA. Ele era uma pessoa muito especial e merece todas as homenagens. Sou grata a todos vocês aí do A TRIBUNA”, disse Enezilda.
Melhor prêmio que esse não poderia existir para todos os acertadores!
CLIMA DE MANIFESTAÇÃO
E um leitor mandou dizer que o clima de manifestação está tão sério aqui pelas bandas da Rondolândia, mas tão sério, que ontem uma mulher espirrou no ônibus, e ai ele disse “saúde”, ela respondeu “educação” e todos se levantaram e cantaram o hino nacional.
Ah, ah, ah, ah, ah…
UMA DE SOGRA
Um sujeito bate à porta de uma casa e assim que o morador abre ele diz:
– O senhor poderia contribuir com o Lar dos Idosos?
– É claro! Espere um pouco que eu vou buscar a minha sogra!
Ah, ah, ah, ah…






