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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) publicou, no Diário Oficial desta sexta-feira (22), editais de chamamento para a realização de consultas públicas em 24 escolas da rede estadual sobre a proposta de conversão para o modelo de gestão cívico-militar. Mais três escolas de Rondonópolis – Emanuel Pinheiro, Maria de Lima Cadidé e Pindorama – devem passar pela consulta pública.
Segundo a Seduc, as votações serão realizadas nos dias 8 e 9 de junho, das 7h às 19h, nas próprias unidades escolares. Pais, responsáveis legais e estudantes matriculados nas escolas convocadas poderão participar da consulta, conforme as regras estabelecidas nos editais.
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Atualmente, a rede estadual conta com 227 escolas no modelo cívico-militar. Caso as 24 unidades aprovem a conversão, o número poderá chegar a 253 escolas, ampliando a presença do modelo em municípios de diferentes regiões do Estado.
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As novas consultas envolvem escolas localizadas em Rondonópolis, Tesouro, Guiratinga, Juscimeira, Nova Guarita, Diamantino, Colíder, Várzea Grande, Santo Afonso, Boa Esperança, Cláudia, Nobres, Feliz Natal, Planalto da Serra, Poxoréu, Arenápolis e Santo Antônio do Leste.
Em Rondonópolis, já são 14 escolas que optaram por adotar o modelo cívico-militar. São elas: Professora Amélia de Oliveira Silva; José Salmen Hanze; Domingos Aparecido dos Santos; Professora Stela Maris Valeriano da Silva; Ramiro Bernardo da Silva; Silvestre Gomes Jardim; José Moraes; Professora Edith Pereira Barbosa; Professora Eunice Souza dos Santos; Francisca Barros de Carvalho; Professora Maria Elza Ferreira Inácio; Joaquim Nunes Rocha; Marechal Dutra; e, Elizabeth de Freitas Magalhães.
Somente duas escolas da cidade passaram pela consulta pública e optaram em não adotar o modelo. Disseram “não”, as escolas Daniel Martins de Moura e Major Otávio Pitaluga.
A Seduc reforçou que a conversão não ocorre de forma automática. Antes da implantação, cada unidade passa por chamamento público, apresentação da proposta, consulta à comunidade escolar, votação e divulgação do resultado.
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O procedimento busca garantir transparência ao processo e assegurar que a decisão seja tomada com a participação direta da comunidade atendida pela unidade escolar.
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Mesmo em caso de aprovação, a efetivação da conversão ficará condicionada à conclusão do processo de contratação e designação dos militares que passarão a compor a Equipe Cívico-Militar, conforme as normas regulamentares em vigor.
Nas escolas cívico-militares, a unidade permanece pública, gratuita e vinculada à Rede Estadual. O currículo também permanece o mesmo, com a parte pedagógica sob responsabilidade dos profissionais da educação.
A atuação dos militares ocorre no apoio à gestão administrativa, à organização da rotina escolar, ao acompanhamento das normas de convivência e às atividades cívicas.
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Andar na contramão da história, isso que MT está fazendo !
Parem, enquanto há tempo !
Os especialistas em educação não recomendam !
A UNESCO/ONU não recomendam !
Parem !!!