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Apesar do grande potencial econômico, Rondonópolis detém uma rede hospitalar pública muito precarizada, especialmente envolvendo estrutura física e investimentos em tecnologia.
O grande exemplo é a situação do Hospital Regional de Rondonópolis, que ficou pequeno e ultrapassado para o tamanho da cidade. Com anos de descaso, a cidade também não tem nenhum hospital municipal moderno e estruturado.
Uma das grandes lutas nessa área junto ao Governo do Estado nos últimos anos tem sido a construção de um novo Hospital Regional para Rondonópolis. Inaugurado em 2002, o atual prédio do Hospital Regional foi projetado nos anos 80 e construído nos anos 90, quando a população era muito menor.
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A cidade e a região cresceram nesse tempo e ficaram com uma estrutura hospitalar defasada e que não atende a demanda regional, com 19 municípios.
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Em uma área central da cidade, o Hospital Regional não comporta ampliação. Em paliativos, o governo estadual tem feito ao longo dos anos reformas e projetos de modernização da estrutura.
Apesar da sobrecarga de atendimento constante e defasagem da unidade, o governo não incluiu, em 2022, Rondonópolis entre os municípios para receber a construção de novos Hospitais Regionais. Naquele ano, foram iniciadas as obras de unidades em Juína, Tangará da Serra, Alta Floresta e Confresa.
Para piorar, o hospital filantrópico de grande porte que atende pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a Santa Casa, enfrenta o desafio de sair de uma grave crise institucional e financeira. A unidade possui uma dívida milionária e constantemente esbarra com paralisações de atendimentos por profissionais e funcionários diante de atrasos salariais.
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A esperança é que a parceria entre Estado e Município, iniciada em 2025, possa avançar e encontrar uma saída para essa complicada crise.
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Uma alternativa para resolver esse quadro de estrutura hospitalar de média e alta complexidade é a viabilização da construção do Hospital Universitário (HU) em Rondonópolis, que ganhou força no ano de 2025.
A futura unidade hospitalar deverá ter 250 leitos e sua construção é estimada em R$ 300 milhões, devendo ser custeada por meio de uma parceria entre os governos estadual e federal, além de emendas parlamentares.
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Outra expectativa para o presente ano é o começo das obras do Centro de Prevenção e Apoio ao Tratamento e Diagnóstico do Câncer em Rondonópolis, em uma área nos fundos da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR).
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Os recursos para a construção e estruturação do centro devem ser garantidos pelo Governo do Estado, estimados em cerca de R$ 43 milhões.
Tanto projeto e execução da obra ficarão a cargo do Hospital do Amor de Barretos/SP. O começo dessas obras vem sendo postergado desde 2023.
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