
Marcada para manhã da quarta-feira (1º) no Centro de Eventos Tulipas, a eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal para o próximo biênio (2025 e 2026) deve ocorrer por meio de “votação aberta”.
Ontem à noite, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ/MT) não acatou o recurso proposto pela atual direção da Casa de Leis. Com isso, está mantida a liminar que suspendeu a resolução interna aprovada no dia 11 que modificou a forma de votação, passando de “aberta” à “secreta”.
Esta foi uma nova derrota do atual presidente do legislativo rondonopolitano, vereador Junior Mendonça (PT), já que a votação secreta seria essencial para as suas aspirações de conquistar a reeleição.
Pois, pelo que se comenta nos bastidores da Casa de Leis, essa seria uma forma dele receber votos de colegas que temem desgaste em caso de se posicionar favoravelmente ao petista.
Apesar da nova derrota, ao ter o seu recurso negado pela presidente do TJ/MT, desembargadora Clarice Gaudino, a atual mesa diretora, segundo informações repassadas ao A TRIBUNA, deve tentar mais uma vez derrubar a liminar concedida pelo juiz plantonista da comarca de Rondonópolis, Renan Leão Pereira, na última sexta-feira (27).
A liminar concedida derrubou a resolução interna que estabeleceu a votação secreta na eleição marcada para manhã desta quarta-feira, logo após a sessão de posse dos eleitos no pleito do último dia 6 de outubro.
O magistrado atendeu o pedido de suspensão da resolução apresentado por um grupo de seis vereadores sob alegação de que houve desrespeito ao Regimento Interno da Casa no rito de aprovação da resolução interna.
O grupo que acionou a justiça é composto pelos vereadores: Paulo Schuh (PL), dr. José Felipe Horta (PL), Kalynka Meirelles (PL), Batista da Coder (PSB), Beto do Amendoim (PSB) e Adilson do Naboreiro (MDB)



