Sem infraestrutura: Lei sancionada cria 4º loteamento para famílias de baixa renda

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Assim como já ocorreu com outros loteamentos similares, a exemplo do Alfredo de Castro II, o novo loteamento também surge sem qualquer tipo de infraestrutura básica (Foto – Arquivo)

O prefeito José Carlos do Pátio sancionou a Lei 12.545, de 25 de novembro de 2022, que autoriza a criação de mais um loteamento de interesse social no Município, nos mesmos moldes do Maria Amélia de Araújo e Alfredo de Castro II, que recebem várias críticas por serem entregues às famílias de baixa renda sem a mínima infraestrutura básica.

Para instalar o novo loteamento, a Prefeitura desembolsou cerca de R$ 8,5 milhões. A área adquirida está localizada nas imediações do Residencial Altamirando e se chama Sítio Terra Boa. São 36,2287 hectares que serão loteados e entregues para famílias de baixa renda sem moradia em Rondonópolis.

Conforme estabelece a lei, a aquisição do imóvel destina-se à implantação de loteamento urbanizado de interesse social, para atender a Política Municipal de Habitação de Interesse Social, para famílias de baixa renda no Município de Rondonópolis, por intermédio da Secretaria Municipal de Habitação e Urbanismo, com recursos oriundos do Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social- FMHIS.

Este é o quarto loteamento de interesse social que o Município é autorizado a criar em Rondonópolis em dois anos. No final de agosto deste ano, em caso similar, os vereadores autorizaram a compra de uma área de 44 hectares para a construção de outro loteamento sem infraestrutura básica na cidade.

A área custou aos cofres públicos mais de R$ 9 milhões e fica ao lado do Bairro Alfredo de Castro II, que foi criado da mesma forma no ano passado.

 

 

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Somente na atual gestão municipal, que se iniciou em 2021, Pátio também criou outros dois loteamentos de interesse popular, sendo o Loteamento Alfredo de Castro II, que conta com famílias vivendo no local em moradias precárias e ainda sem infraestrutura, e o Loteamento Maria Amélia de Araújo, que agora está com várias estruturas, mas também começou sem nenhum item de infraestrutura básica.

Mesmo no “Alfredo de Castro II” e no ‘Maria Amélia”, os mais antigos nesta gestão, até hoje, os moradores ainda padecem com dificuldades causadas pela ausência de creches, postos de saúde e escolas na região, assim como com a falta de asfaltamento nas ruas e com a precariedade do transporte coletivo, que vai apenas algumas vezes ao bairro. O Loteamento Alfredo de Castro II sequer tem iluminação pública e energia elétrica nas casas.

 

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1 COMENTÁRIO

  1. Dá-lhe incompetência desse “governantezinho” com anuência da Câmara. Do que adianta um orçamento de mais de 2 bilhões nas mãos desse aborrecível Prefeito ?

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