Atualmente, nós, educadores, percebemos que os alunos têm apresentado uma série de dificuldades em entender e interpretar os conceitos matemáticos, isso é comprovado pelos dados apresentados dos resultados das avaliações realizadas nas escolas da rede pública municipal, ao qual nos deixou muito preocupadas, com o baixo rendimento na disciplina de matemática.
Participando do curso de formação do PACTO e formação continuada na escola, percebe-se que o ensino da matemática, de forma isolada, não contribui para a formação do aluno. Para que o mesmo aprenda a contar, resolver problemas, calcular e interpretar os enunciados de cada problema, se faz necessário que o mesmo aprenda a ter gosto pelo ensino da matemática. Isso só é possível, quando relacionamos os conteúdos trabalhados em sala de aula, com seu cotidiano de vida fora da escola e assim conseguir interpretar o mundo em seus diversos contextos, preparando-os para o exercício da cidadania.
Nas atuais formações continuadas promovidas nas escolas e Semed, nos são dadas orientações de se trabalhar com o concreto, que tenha sequência lógica e com isso o ensino tornará a ser mais fácil, dando assim oportunidades ao aluno de construir o seu próprio conhecimento, através de situações vívidas em seu cotidiano: como dar troco, ir ao mercado, realizar medidas dos objetos, terrenos, móveis, etc.
Na 2ª Jornada da Educação ocorrida em outubro, foi um momento onde possibilitou discussões sobre os desafios enfrentados atualmente na Educação, e melhorar o rendimento dos alunos na matemática, é um dos nossos grande desafios.
E é através de um planejamento coletivo organizado, metodologias inovadoras, professores reflexivos e com criatividade, conseguiremos o fortalecimento das nossas escolas, fazendo com isso que nossos alunos aprenda a matemática sem separar da vida com a escola.
(*) Terezinha Maria José Caldeira e Zélia Cristina Freitas Borges, professoras da rede Municipal de Ensino, Escola Edivaldo Zulliani Belo



