Plantio de algodão atinge 3,61% da área plantada em MT

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Menos de um mês depois do início da semeadura do algodão em Mato Grosso, 3,61% do total de 1,18 milhão de hectares da cultura já foram plantados, conforme estimativas do Instituto Mato-grossense de Agropecuária (Imea) de 23 de dezembro. Mato Grosso é o maior produtor de algodão do país.

A região 1, que engloba Sul, Leste e Nordeste de Mato Grosso, iniciou o plantio em 1º de dezembro, com encerramento previsto em 28 de fevereiro. Já na região 2 – Médio-Norte e Noroeste – os produtores começaram a plantar a partir de 15 de dezembro, conforme o calendário de plantio estabelecido pela Instrução Normativa Sedec/Indea 001/2016, e devem encerrar também em 28 de fevereiro.

Os cotonicultores têm até 15 de março para comunicar a produção ao Indea, por meio de cadastro das propriedades. Na safra 2021/2022, foi informado que 747 propriedades rurais plantaram algodão em 1,16 milhão de hectares.

Até 14 de dezembro de 2022, o Indea realizou 1.234 fiscalizações do vazio sanitário do algodão, que durou de 1º de outubro a 30 de novembro na Região 1 e de 15 de outubro a 14 de dezembro na região Região 2.

Também foram realizadas 1.250 fiscalizações de ocorrência do bicudo do algodoeiro e 629 fiscalizações de destruição dos restos culturais do algodão, que deve ocorrer até 30 de setembro.

“As medidas fitossanitárias do bicudo do algodoeiro têm como objetivo a redução da população do inseto, dos danos causados pela praga à safra seguinte e, consequentemente, dos prejuízos por ela ocasionados. Para isso, os produtores contam com o Indea a campo orientando e fiscalizando o cumprimento destas medidas”, comentou a coordenadora de Defesa Sanitária Vegetal do Indea, Silvana da Silva Amaral.

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1 COMENTÁRIO

  1. Como é importante saber que se hoje o Mato Grosso é indiscutivelmente o celeiro do Brasil em produção agropecuária é, graças, principalmente, ao Planejamento por meio do PND I e PND II e, dentro deles: SUDECO, SUDENE, SUDESUL e SUDAM, que por sua vez contemplavam: PRODIAT, POLAMAZÔNIA, POLONOESTE, PRODECER, PIN, PRODEPAN, etc, e, ainda incentivos fiscais, isenções fiscais aos grandes proprietários de terras. Isto sem falar da importância das pesquisas agropecuárias desenvolvidas pela EMBRAPA, por exemplo. Ou seja, o Estado teve um papel decisivo na configuração do Espaço geográfico atual do Estado de Mato Grosso. O celeiro do Brasil possui raízes históricas e políticas públicas dirigidas à iniciativa privada que possibilitaram esse grande avanço no agronegócio de hoje. O Estado brasileiro foi sine qua nom em todo o processo da construção dessa realidade atual. Visão de futuro não faz mal a ninguém. Portanto, parabéns a todos os envolvidos nessa produção espacial do Estado de Mato Grosso.

    Aires José Pereira é Prof. Dr. da Universidade Federal de Rondonópolis, possui vários artigos e livros publicados, é coautor do Hino Oficial de Rondonópolis, membro da Academia de Letras de Araguaína e Norte Tocantinense.

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