Trump confirma ataque dos EUA à Venezuela e captura de Nicolás Maduro em operação de força de elite

Presidente e primeira-dama foram retirados do país por via aérea após madrugada de bombardeios a bases militares; Força Delta e CIA lideraram a ação

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(Foto: reprodução / redes sociais)

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O cenário geopolítico da América Latina sofreu uma ruptura histórica neste sábado (3). O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou que forças militares americanas realizaram um ataque em larga escala contra a Venezuela, resultando na captura e extração do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores.

A operação, descrita pela Casa Branca como “brilhante” e de “velocidade impressionante”, encerra meses de tensão diplomática e militar no Caribe.

Segundo Trump, o casal presidencial foi retirado do território venezuelano sob custódia americana.

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A Operação: “Velocidade Impressionante”

Detalhes preliminares indicam uma ação coordenada de altíssima complexidade. A missão foi executada pela Força Delta (unidade de elite do Exército dos EUA), com apoio de rastreamento de inteligência da CIA e suporte tático de forças policiais federais americanas.

Os ataques começaram por volta das 2h da madrugada (horário de Mato Grosso). Testemunhas e relatos locais descrevem cerca de 90 minutos de intensa atividade militar, com explosões e voos rasantes de aeronaves.

  • Os Alvos: Bombardeios cirúrgicos atingiram infraestruturas estratégicas em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Pontos nevrálgicos como o Forte Tiuna (complexo militar que abriga o Ministério da Defesa) e a base aérea de La Carlota foram neutralizados.

  • A Extração: Fontes consultadas pela Fox News revelaram que um grande destacamento de helicópteros pesados, modelo Chinook, foi utilizado para infiltrar as tropas e retirar Maduro do país.

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Nicolas Maduro a bordo do navio da marinha americana USS Iwo Jima (Foto: reprodução / Truth Social / Donald Trump)

O Anúncio de Trump

A confirmação oficial veio diretamente do presidente Donald Trump, que passou os feriados de fim de ano em sua residência de Mar-a-Lago, na Flórida.

“Realizamos com sucesso um ataque em grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi, junto com a primeira-dama, Cilia Flores, capturado e retirado por via aérea do país”, publicou Trump em sua rede social.

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Em breve entrevista ao The New York Times, o presidente americano celebrou o êxito da missão:

“Houve muito planejamento e muita gente e militares muito bons. Foi uma operação brilhante”.

Fontes da Casa Branca confidenciaram que Trump deu o “sinal verde” para o ataque há alguns dias, culminando uma estratégia de meses que envolveu o aumento significativo da presença naval e aérea dos EUA na costa venezuelana.

Uma entrevista coletiva com mais detalhes está agendada para as 11h (horário local; 12h de Mato Grosso).

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Governo venezuelano: Caos e Vácuo de Poder em Caracas

Segundo o governo local, a Venezuela amanheceu sob estado de choque e incerteza. Autoridades venezuelanas denunciaram inicialmente uma “gravíssima agressão militar” e decretou estado de emergência nacional, mobilizando planos de defesa que, aparentemente, não conseguiram deter a incursão americana.

A vice-presidente Delcy Rodríguez fez uma admissão dramática nas primeiras horas da manhã, reconhecendo que o paradeiro de Maduro era desconhecido pela gestão local após o fim dos ataques.

A Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA) proibiu imediatamente todos os voos civis americanos no espaço aéreo venezuelano, citando riscos extremos de segurança.

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Repercussão Internacional

A intervenção militar direta dos Estados Unidos gerou reações imediatas. Países aliados históricos do chavismo, como Cuba e a vizinha Colômbia (sob a ótica das relações diplomáticas regionais), condenaram a ação, classificando-a como violação de soberania.

O Pentágono, que já havia reforçado o contingente no Caribe, mantém as tropas em alerta máximo aguardando possíveis retaliações ou a desestabilização total das forças armadas venezuelanas sem seu comandante-chefe.

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