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A confirmação da operação militar dos Estados Unidos em solo venezuelano, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores neste sábado (3), provocou reações imediatas e diametralmente opostas nas duas principais potências da América do Sul.
O evento expôs, de forma crua, o abismo ideológico e diplomático que separa atualmente os governos de Brasil e Argentina.
Enquanto o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT) condenou veementemente a ação, classificando-a como uma violação perigosa da soberania, o presidente argentino Javier Milei celebrou a queda do líder chavista como uma vitória da liberdade, alinhando-se automaticamente à Casa Branca.
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A reação brasileira: “Afronta Gravíssima” e Apelo à ONU
Em um pronunciamento grave realizado na manhã deste sábado, o presidente Lula não poupou críticas à manobra autorizada por Donald Trump. O petista definiu o ataque como uma “afronta gravíssima” e alertou para as consequências globais de se legitimar intervenções militares diretas.
Para o mandatário brasileiro, a ação inaugura um precedente perigoso.
“Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo”, declarou Lula por meio das redes sociais.
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O posicionamento do Planalto reforça a tradição diplomática brasileira de não-intervenção e solução pacífica de controvérsias. Lula destacou que a operação americana evoca memórias traumáticas para o continente.
“A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz”, afirmou.
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O presidente brasileiro cobrou uma postura ativa das instituições globais, afirmando que a comunidade internacional, através da Organização das Nações Unidas (ONU), precisa “responder de forma vigorosa a esse episódio”. O Brasil reiterou sua disposição para promover a via do diálogo, distanciando-se da solução militar adotada por Washington.
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A reação argentina: Euforia e Alinhamento com Trump
Do outro lado da fronteira, o clima na Casa Rosada foi de celebração. Minutos após Donald Trump confirmar a extração de Maduro na plataforma Truth Social, o presidente Javier Milei utilizou a rede social X para demonstrar apoio irrestrito à operação.
“A liberdade avança. Viva a liberdade”, escreveu Milei, utilizando seu bordão característico.
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A euforia foi compartilhada pelo alto escalão do governo argentino. A senadora governista e ex-ministra da Segurança Nacional, Patricia Bullrich, publicou uma bandeira da Venezuela acompanhada da frase profética:
“A Venezuela será livre”.
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A postura de Milei não surpreende observadores internacionais.
Considerado um dos líderes mais próximos de Trump nas Américas, o argentino mantinha uma rivalidade aberta e hostil com Nicolás Maduro desde que assumiu o poder em dezembro de 2023.
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O histórico de tensões: Buenos Aires x Caracas
A comemoração de Milei é o capítulo final de uma série de confrontos retóricos e diplomáticos entre Argentina e Venezuela no último ano. A relação deteriorou-se rapidamente com episódios como:
Detenções e Expulsões: A expulsão de diplomatas argentinos de Caracas após o governo Milei denunciar fraude nas eleições venezuelanas.
Mandados de Prisão: O pedido do governo venezuelano para a emissão de um mandado de prisão contra Milei.
Conflitos Militares: A detenção de um militar argentino na Venezuela em dezembro de 2024, que elevou a tensão a níveis críticos.
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O alerta prévio
Curiosamente, a Argentina parecia antecipar o agravamento do cenário. Menos de 24 horas antes do ataque americano, na sexta-feira (2), o Ministério das Relações Exteriores da Argentina emitiu uma recomendação oficial para que seus cidadãos não viajassem à Venezuela.
O comunicado citava a “grave situação” enfrentada pelo país caribenho e alertava sobre o risco de “detenções arbitrárias de cidadãos estrangeiros”, indicando que Buenos Aires monitorava com apreensão a instabilidade no país vizinho horas antes da queda de Maduro.
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Não tem como estranhar, a população que acreditou na extrema direita tomou cloroquina, e um vermífugo para combater um vírus.
O governo Bolsonaro ganhou muito dinheiro da comissão de cloroquina, da ivermectina e das armas, enquanto o povo morria de COVID, e dos homicídios que aumentaram no período
Oraram para pneus, pediram intervenção de ET’s, com uma bíblia na mão e a bandeira de Israel nas costas, aplaudiram os ataques israelenses ao povo palestino na fila da comida,
Morreram sem vacina, acusado que a vacina que causava a doença, ficaram 3 meses acampados na frente de quartéis, invadiram os 3 poderes com a camisa da CBF, aguardaram o Exército chegar para um golpe militar, defendem uma ditadura que sequestra, tortura e mata qualquer um, assim sendo, eles e os seus filhos estariam entre as vítimas.
Como disse Simon Bolívar:
“A ignorância de um povo é o instrumento cego de sua própria destruição”.
Aos poucos vão acordando do sono da seita fascista, foram manipulados com as mesmas táticas usadas há quase 100 anos por Joseph Goobells no povo alemão.
Mas nenhum fascismo terminou bem para o povo e o país:
Franco na Espanha, Salazar em Portugal, Hiroito no Japão, Mussolini na Itália e Hitler na Alemanha.
Mesmo que o bolsonarismo esteja mais para as tragédias de Jim Jones e David Koresh !!
Feliz 2026 para todos !
O Milei está vendendo a Argentina para os EUA, ou o Javier Milei acha que o FMI nunca irá cobrar os empréstimos bilionários que está dando para Argentina? As taxas de juros desses empréstimos? Então ele vai comemorar que os EUA esteja invadindo qualquer país, até se eles atacarem a Argentina o Javier Milei vai correr e ficar de quatro abanando os rabinho pros EUA. Uma coisa é você ter soberania outra coisa é você ser cadelinha de gringo. Lula nunca abaixou a cabeça para os EUA já o Javier Milei, está vendendo o país para os norte-americanos.