Homenagem

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(*) Solange Dourado

Estes versos retratam a sensibilidade, fé e confiança em Deus exalados como um bálsamo, por Terezinha Campos (In memoriam), de uma sabedoria, carisma e humildade ímpar. Nos deixou em fevereiro/2025. No entanto, deixou um legado digno de ser compartilhado.
Deixo neste veículo de comunicação essa homenagem póstuma divulgando estes preciosos versos de sua autoria como prova de nossa amizade e como reconhecimento de seu trabalho incansável em prol da educação e busca de conhecimento por meio das letras.
Nos deixou saudades.
Para sempre em nossos corações!

O MELHOR POSSÍVEL

Senhor, se eu não puder ser a árvore frondosa,
permita que eu seja o pequeno arbusto.
Se eu não puder ser o rio caudaloso, permita que eu seja o pequeno riacho.
Se eu não puder ser o rico palácio, que eu seja a humilde choupana.
Se eu não puder ser a grande estrada, permita
que eu seja o estreito caminho.
Se eu não puder ser a exuberante rosa, permita
que eu seja a humilde violeta.
Se eu não puder ser a luz, que eu seja pelo menos um reflexo.
Se eu não puder ser o amor, que eu seja então a amizade.
Mas permita Senhor, que alguma coisa boa eu seja, para que ao findar esta vida, alguém se lembre de mim com saudades.
Terezinha de Souza Campos e Neves (In memoriam)
Foi escritora e poetiza de Montes Claros MG,
Onde exerceu o magistério por 40 anos.
Foi membro da AFLMC

(*) Solange Dourado da Silva Souza é moradora de Rondonópolis

 

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