

Olá, caros e estimados leitores desta Coluna que instiga a curiosidade e desperta nossas memórias mais queridas! Nesta edição do Túnel do Tempo, embarcamos juntos em mais uma missão: desvendar a identidade de um grande personagem da nossa cidade, alguém que ajudou a moldar a história do esporte em Rondonópolis com dedicação, coragem e muito amor pelo que faz.
Nosso homenageado chegou ainda menino ao Mato Grosso, vindo de Minas Gerais, e desde então construiu uma trajetória marcada por trabalho duro, paixão pelo futebol e um compromisso inabalável com as categorias de base. Seu nome está gravado em clubes como o União, o Vila Aurora e o REC — e sua presença ainda ecoa nos campos da cidade. Nos anos 1980 e 1990, foi uma força incansável no futsal, especialmente em uma famosa equipe local.
Mais tarde, assumiu a presidência de um dos clubes mais tradicionais de Rondonópolis e, como se não bastasse, ajudou a fundar outro que até hoje carrega seu legado. Atualmente, segue firme como mentor de jovens talentos, acreditando que o esporte é uma ponte para o futuro.
E aí, já sabe de quem estamos falando? Aqui vai uma pista: ele é mais conhecido pelo apelido do que pelo nome — e o seu nome é uma verdadeira santidade. Consegue adivinhar quem é o nosso personagem desta semana? O desafio está lançado, e a cumbuca matraqueana já aguarda os bolas cheias para o sorteio. E sem bolas murchas! Valei-nos São Francisco…São José…e todos os Santos.
O prêmio? Um delicioso prato oferecido pelo nosso parceiro Grelhattus, charmosa casa localizada na Av. Irmã Bernarda, no Conjunto São José. Com o nome do nosso personagem em mãos, é só zapear para o matracoso no número (66) 99984-0796 ou enviar aquele e-mail certeiro para: [email protected]. Boa sorte!


Ecos do desafio anterior
Nosso desafio da semana passada repercutiu e trouxe uma contribuição especial: o Dr. Helmute Hollatz, autor da ideia da construção da famosa “pinguela” sobre o Arareau, nos enviou um relato emocionante via WhatsApp:
“Pondo em dia as reportagens, deparei-me com a ‘pinguela’. Talvez seja interessante dar conhecimento da origem. Em Barbosa Ferraz, no Paraná, eu, pré-adolescente (1964), assisti meu pai, Siegmund Hollatz, idealizar e construir uma pinguela para solucionar situação idêntica à de Rondonópolis na época — e até hoje ela atende à necessidade de travessia daquela população. Em 1979, enquanto Secretário de Obras e Serviços Urbanos, recordei-me de papai e sugeri ao prefeito Walter de Souza Ulysséa a implantação da pinguela sobre o ribeirão Arareau. O prefeito Ulysséa gostou, aprovou e construímos.”
Nosso ilustre leitor ainda nos presenteou com fotografias da época, que agora farão parte da segunda edição do livro Memórias Vivas, a ser lançado em breve. Que honra contar com leitores assim!



