
1 – SENHORES E SENHORAS,
sempre estamos falando aqui na Coluna sobre a possibilidade do presidente Jair Bolsonaro declarar apoio à uma pré-candidatura a prefeito de Rondonópolis. No entanto, ouvimos nesta semana de três dos pré-candidatos a prefeito, que possivelmente o presidente não irá declarar apoio a candidato, nem aqui, nem cidade alguma. Isso mesmo, pela seguinte avaliação: Ocorre que nas eleições passadas muitos candidatos nadaram de braçada na “onda Bolsonaro”, onde muitos conseguiram se eleger a cargos públicos.
Porém, muitos após vencerem as eleições, viraram as costas para os ideais defendidos pelo presidente. Um exemplo bem comentado neste sentido, seria o governador do Estado de São Paulo João Dória, o qual agora vive trocando farpas com Bolsonaro; como também o governador afastado do Rio de Janeiro, o Wilson Witzel, entre outros. Neste sentido, o Colunista imagina que Bolsonaro será figura neutra em se tratando de apoio aos candidatos a prefeito.
POR OUTRO LADO,
como todos vimos, a tenente-coronel Rúbia Fernanda, do Patriotas, saiu na frente e foi a primeira a realizar a convenção partidária que a homologou para disputar a vaga ao senado na eleição suplementar de 15 de novembro, que acontece paralelo às municipais. O ato contou com a participação virtual do presidente Jair Bolsonaro, que confirmou seu apoio a Rúbia Fernanda, e deve ser o principal cabo eleitoral da coronel, que na verdade tem patente de tenente-coronel.
Mesmo após esta convenção e as declarações do presidente, o que ficou meio confuso na cabeça da população, foi que na semana anterior ao evento, correu aos quatro ventos que Bolsonaro teria retirado o apoio à coronel, devido as informações negativas que teria recebido da pré-candidata. Mas agora com a presença virtual do presidente na convenção do Patriotas, já está claro que Bolsonaro apoia a sua candidatura.
2- FALAMOS
aqui anteriormente, que a pré-candidatura ao Senado do deputado federal José Medeiros (Podemos), poderia receber o apoio do presidente, situação que também poderia favorecer a pré-candidatura de Luizão a prefeito. Mas agora com a certeza que Medeiros é carta fora do apoio do presidente, o projeto de Luizão dá uma enfraquecida levando em consideração ao que era esperado.
MAS, DE OUTRO LADO,
chegou a informação para o Colunista que a conversa do grupo de Luizão com o PSDB está bastante adiantada e possivelmente Luizão terá o apoio de uma ala dos tucanos. Ocorre que anteriormente, os tucanos há pelo menos três meses estavam fechados para apoiar a pré-candidatura a prefeito de Thiago Silva (MDB), mas fomos informados que o PSDB não sentiu “firmeza” do MDB referente ao seu projeto majoritário, e nisso uma ala já afinou o discurso com Luizão.

Outro fato que está circulando fortíssimo nos bastidores da política local, é que o MDB poderá apoiar a reeleição do prefeito Zé Carlos do Pátio (SD), e quem estaria articulando esta composição seriam os vereadores Cláudio da Farmácia e Adonias Fernandes, emedebistas que sonham sair na chapa de Pátio como vice-prefeito.
Isto, aliás, já é notório há muito tempo, principalmente por parte do vereador Adonias, que não sai das redes sociais mostrando vídeos de obras de Zé do Pátio pelos bairros da cidade. Só não enxerga quem não quer.
O vereador Adonias Fernandes tem um sonho de ser prefeito de Rondonópolis, e esse seu sonho começa em ser candidato a vice numa chapa com Zé do Pátio agora.
Caso essa situação persista, avaliamos que haverá um “racha” no MDB, sendo que Thiago Silva e Pátio agora são como “água e óleo”. Agora se isso mesmo se confirmar, qual pré-candidato a prefeito terá o apoio do deputado estadual Thiago Silva? Seria bom para o MDB este “racha” interno do partido?
É de se lembrar que o deputado Thiago Silva tem um compromisso no grupo de candidatura de oposição única à reeleição do Zé, tendo além da sua pré-candidatura as de Thiago Muniz, Ibrahim Zaher e do Rodrigo da Zaeli. Esta semana será decisiva para definições.
3 – SOBRE ESTE GRUPO
que quer unificar uma pré-candidatura a prefeito, formado por esses pré-candidatos Thiago Muniz (Dem), Rodrigo da Zaeli (PSDB), Ibrahim Zaher (PSB) e Thiago Silva (MDB), segue sem um consenso definitivo. Ao que tudo indica, ao quadro de hoje parece estar cada um por si e Deus por todos.
No universo de todos os pré-candidatos, vemos hoje que o pré-candidato Coronel Bonoto é o único que oficialmente firmou o pé mesmo, pois até teve seu projeto homologado na convenção do PRTB, o qual terá o apoio do vice-presidente da República, General Mourão, com quem se reúne neste domingo (6), em Brasília. Como vemos, até em questão de apoio, Bonoto está adiantado, enquanto muitos esperam a declaração de apoio do presidente, ele já tem a certeza do apoio do vice-presidente Mourão.
SÓ ACHAMOS QUE
Bonoto, até por exigência do vice-residente Mourão, realizou a sua convenção muito cedo, sem articular possíveis coligações, e sem a formação de um grupo fica muito difícil ganhar sozinho uma eleição em Rondonópolis. Apesar de que a convenção foi em aberto para receber adesões até o dia 16 de setembro. Mas, é claro, ficou bem limitado os acordos entre partidos na formação de sua chapa majoritária.
4- SABEMOS
que é certo a desistência do pré-candidato ao Senado e vice-governador Otaviano Pivetta (PDT), de disputar a eleição suplementar. Nesta linha, um dos pré-candidatos a suplente de Pivetta, o ex-prefeito Adilton Sachetti (PRB), fica livre para compor com outro projeto político. Ao que se sabe, já existe uma articulação para Adilton Sachetti ser um dos suplentes na chapa do pré-candidato ao Senado José Medeiros.
Além disso, existem informações quentes de bastidores que Sachetti de última hora poderá vir a ser candidato a prefeito, isso motivado por avaliações internas dos partidos, onde aparece bem pontuado nas pesquisas de modalidade espontânea. Quem acompanha a política sabe que a mesma é uma caixa de surpresas e para Sachetti surgir pré-candidato a prefeito de última hora pouco custa. Até mesmo porque, até o prazo final das convenções, muitas articulações ficam em segredo absoluto.
PARA ESTE COLUNISTA,
apesar de algumas declarações ao contrário, a maior vontade do Adilton Sachetti é ser mesmo o candidato da unificação. Quando um grande grupo se uniria em torno do seu nome para disputar as eleições contra o prefeito Zé do Pátio, numa aguardada revanche. E se esse projeto for formalizado, o Adilton não pensaria duas vezes para aceitá-lo.
Vamos aguardar os próximos acontecimentos, pois até o prazo final das convenções, que está perto, dia 16, muitas águas vão rolar por baixo das pontes dos rios Arareal e Vermelho aqui da Rondolândia, como dizia o saudoso jornalista João Batista Toledo, aqui mesmo nesta Coluna do Papo Político, conduzida por ele por muitos anos.




São os mesmos malas que estão como Vereadores a séculos. Eles acham que isso á cabide de emprego, estão roliços.. Os que continuam votando nestes mesmos a anos, depois não podem reclamar que seus familiares estão na fila dos hospitais no maior sufoco!
Está faltando os eleitores tomarem é vergonha na cara!
Olha troca o pote de m….e as moscas ficam as mesmas…..não sei quem é pior ….
O colunista não acertou uma, saudades do João Batista..