
O candidato a prefeito de Rondonópolis Paulo José Correia (PSB), da coligação Rondonópolis Pronta para o Futuro, diz que pretende buscar recursos federais para serem investidos na manutenção e melhorias nas estradas da zona rural do município.
O candidato afirmou que esses recursos somados aos recursos estaduais e municipais podem mudar a realidade das fazendas e comunidades rurais.
“O Governo Federal tem um programa de revitalização das estradas vicinais, as estradas rurais. Levantamento de greides (aquelas inclinações do eixo da estrada), tratamento e recuperação. E eu enquanto prefeito pretendo, se assim Deus quiser, fazer a busca desse recurso junto ao Governo Federal”, afirmou o candidato das Forças Progressistas.
Segundo Paulo José, esses recursos seriam somados aos do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab), que é a contribuição do próprio produtor rural pago ao Governo do Estado, e recursos municipais para serem investidos na melhora da qualidade das estradas rurais.
“Eu acho um absurdo um Estado tão rico quanto o nosso, e uma cidade rica como a nossa, muitas vezes o produtor rural não ter como tirar o seu leite, o seu gado, a sua soja das lavouras. Nós temos que investir de forma que esse recurso federal, junto com o recurso estadual do Fethab e com parte do recurso do Município, porque também somos arrecadadores desses impostos, possamos dar condições para os produtores tirarem seus produtos no tempo certo, na hora certa”, disse.
Para ele, o Estado arrecada os recursos por via de impostos e taxas e a obrigação dos entes públicos é devolver esses recursos para as diferentes camadas da sociedade como serviços. “E o agronegócio é importantíssimo para o mercado e para o desenvolvimento, pois através dele fomentamos a indústria, o comércio e os lojistas”.
Ele concluiu ressaltando a importância do agronegócio para a economia da cidade. “Se você olha nos indicadores, o agronegócio não é o maior contribuidor de impostos para o município. Mas quando você olha indiretamente, você pode perceber claramente que quando o agro vai mal, a construção civil reduz, o comércio vende menos. Então, indiretamente é sim o maior contribuidor”, arrematou.



