Guardiões de Gutenberg

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Patricio Araujo Duarte - opiniao - 11-07-11
Papiro, pergaminho, papel, memória.
Livro, letras, palavras, sílabas
O antes, o depois, o aqui e o agora
Foco, lutas, etapas, batalhas
Filhos, família, distancia, hora
Eu, uma certeza:
– Biblioteconomia, aqui mora.

Tú, meu biblio-prazer
A quem entreguei meu tempo.
O corpo intangível do saber.
Mares culturais ainda por sorver.

Editoro infinitas vidas.
Fotógrafo milhares de existências.
Bibliotecariamente, dia após dia.
Sou uma voz na multidão.
Sou leitura, e de Gutenberg um guardião.

(Esta poesia é uma homenagem ao curso de Biblioteconomia da UFMT de Rondonópolis, quando da visita da professora-doutora Edna Pinheiro).

(*) Patrício Araújo Duarte é artista plástico e morador em São Paulo

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