1-EVIDENTEMENTE que quase todos nós já tivemos aquela sensação de desespero para conseguir voltar atrás com algo, resolver alguma situação, acerta com algum erro, ou seja, deitar sobre o leite derramado e soluçar o que deveria ter feito, e não fez. Pois é exatamente assim, que de certa forma se encontram os sentimentos do prefeito Zé Carlos do Pátio (PMDB) que em pouco mais de dois anos de administração, está desesperado para consertar muitas das coisas na sua gestão municipal. Pode ser tarde demais para construir uma administração grandiosa e conseguir reverter o atual quadro, mas ainda dá tempo para comandar pensando nos inúmeros problemas de Rondonópolis, e não apenas considerando sua imagem e como será visto após o término do seu mandato. É necessário analisar as inúmeras questões postas pela população rondonopolitana à imprensa e as realidades vivenciadas por todos nos em todos os cantos da cidade, para executar e administrar de forma mais realizável. HONESTAMENTE, se o objetivo do administrador municipal peemedebista é conseguir uma imagem política positiva, a maneira mais eficaz para isso não são mais os discursos, as aparições, as tentativas de justificar o que não foi feito, mas o próprio trabalho que deve ser feito. Se Pátio conseguisse apenas desempenhar seu papel de prefeito, sem insistir em uma campanha constante em eventos públicos, evidentemente que o resultado para ele seria bem mais favorável. Confiante, Pátio declarou acreditar que na hora certa a comunidade vai saber reconhecer o trabalho da sua administração. “O reconhecimento de tudo que tenho feito por Rondonópolis vai aparecer na hora certa e de forma gradativa, isso não vai acontecer de uma hora para outra. Eu conheço as pessoas do município, elas são muito exigentes e observadoras e vai saber avaliar positivamente o nosso empenho no momento oportuno”. 2- COMO A COLUNA já havia afirmado, o surgimento do PSD pode ser apenas um episódio para movimentar o cenário político para depois desaparecer, pois, o que se pode esperar de um partido que une políticos com sede de poder? E assim, pensa o deputado federal Carlos Bezerra (PMDB), que garante que seu partido não sofrerá a síndrome de abandono pelo PSD. “Isso não é partido, é um ajuntamento feito em cima de interesses. Isso não sobrevive, vai ser uma ou duas eleições”, destacou o cacique peemedebista. Apesar da possível representatividade da nova sigla, Bezerra afirma que o PSD não deve afetar em nada a situação dos peemedebistas, que hoje contam com o governo estadual, cinco representantes na Assembleia e quatro secretarias de Estado. “O PMDB, independente da criação de novos partidos, sobrevive. Somos um partido histórico, então, esses partidos que são criados aí não nos preocupam”, explicou o deputado federal.
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