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A Câmara Municipal prorrogou, por mais três meses, o contrato com a empresa que está construindo o Centro Pluricultural do Legislativo. O espaço, que começou a ser construído no início de 2024, deve abrigar museu, teatro, escola do legislativo, auditório e concha acústica.
No extrato de aditivo contratual, a Câmara Municipal esclarece que a prorrogação se refere exclusivamente ao prazo de vigência contratual, permanecendo inalterado o prazo de execução dos serviços, tendo em vista que a obra foi integralmente executada.
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“A prorrogação justifica-se pela necessidade de conclusão das providências administrativas relacionadas ao encerramento do contrato, incluindo a regularização da obra perante os órgãos competentes, a adoção das medidas necessárias ao recebimento definitivo e demais atos indispensáveis à extinção da relação contratual”, pontua a Câmara no aditivo.
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Em abril deste ano, a Casa Legislativa já havia informado que a obra estava em fase de finalização e que estava em andamento a contratação de empresa para confecção e instalação do mobiliário no local.
O Centro Pluricultural começou a ser construído em janeiro de 2024 e o contrato previa dois anos para a conclusão da obra. O novo espaço cultural, que deve contar com teatro, museu e concha acústica, está orçado em cerca de R$ 16,5 milhões, e está sendo edificado em frente ao prédio do Legislativo, no bairro Jardim Guanabara, no terreno que abrigou por vários anos o Centro de Saúde da região.
O prédio terá três pavimentos e deve contar ainda com escola do legislativo e auditório. O projeto prevê uma construção de alvenaria e estrutura mista com três pavimentos, com lajes, elevador e escada, com estrutura em concreto armado para funcionamento do museu, escola do legislativo e o teatro.
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Ainda deve ter salas de reunião, auditório, uma cobertura com concha acústica para eventos culturais e estacionamento no térreo. Ao todo, a construção terá 2.688,71 metros quadrados.
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Também deve funcionar no espaço a Procuradoria da Mulher e da Família e segmentos da sociedade civil organizada vão poder usar o local para a realização de eventos e reuniões.
Conforme já informado anteriormente pelo A TRIBUNA, as custas do projeto e da execução da obra estão sendo pagas com recursos próprios da Câmara de Vereadores (sobras do duodécimo).



