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O problema com os bolsões de lixo em Rondonópolis parece nunca ter fim. Ano após ano, mesmo depois de adoção de inúmeras iniciativas pelo poder público, a cidade continua vivenciando o descarte irregular de lixo. Conforme a Prefeitura, essa prática criminosa está onerando os cofres públicos.
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Para se ter uma ideia, o Município informou que gastou cerca de R$ 4,5 milhões, em onze meses, na limpeza dos bolsões de lixo e no descarte correto do material no aterro sanitário.
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O custo alto chama a atenção para um problema que é gerado pela população e que acaba reduzindo a qualidade de vida dos próprios moradores dessas regiões onde estão sendo deixados os resíduos, como móveis usados, eletrodomésticos inutilizados, restos de construção, podas de árvores, entre outros materiais inservíveis.
Segundo a Prefeitura, foi realizado um mapeamento desses lugares para fazer o acompanhamento e acabar com essa prática, mantendo os locais limpos. Toda a operação, que integra a retirada dos materiais, limpeza do local, transporte dos resíduos e descarte correto no aterro sanitário de todo volume coletado, executada entre julho de 2025 e junho de 2026, custou cerca de R$ 4,5 milhões para a Prefeitura.
Essa situação é vergonhosa, uma vez que Rondonópolis conta com coleta de lixo eficiente, e há vários anos, justamente para evitar a criação desses bolsões, instalou os ecopontos para receber resíduos que não são coletados no serviço diário de coleta de lixo.
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Recentemente, o Município ainda ampliou o funcionamento dos ecopontos também para os finais de semana. Mesmo com tudo isso, uma parcela da população continua com essa prática criminosa, que prejudica toda a cidade, sendo, inclusive, um grande problema no período de seca, já que esses bolsões são constantemente focos de incêndios.
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Além disso, o custo que esse crime gera aos cofres municipais é outro agravante. Esses recursos poderiam ser investidos em outros serviços e obras necessárias para a população e para melhorar a qualidade de vida dos rondonopolitanos. Em vez disso, precisa ser utilizado para resolver um problema que é criado pela própria população.



