Desafios em 2026: Tirar do papel grandes obras de mobilidade urbana

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Projeto de viaduto na Rua Fernando Correa da Costa

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Com uma frota de veículos crescente e um sistema viário ultrapassado, as grandes obras de mobilidade urbana são uma necessidade em Rondonópolis.

Por muitos anos elas foram cobradas, mas somente com a posse do prefeito Cláudio Ferreira, em janeiro de 2025, muitas dessas obras começaram a ser projetadas e encaminhadas. Nesse sentido, a nova gestão tem o desafio de começar a tirar do papel muitos desses projetos, a exemplo dos viadutos no trânsito urbano.

Entre os projetos já elaborados pela administração municipal e que se esperam o início das obras para 2026 estão os viadutos na confluência da Avenida dos Estudantes com o Anel Viário e a Avenida Júlio Campos e ainda na confluência da Rua Fernando Correa da Costa com a Avenida Lions Internacional e acesso à Avenida Otaviano Muniz.

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Ainda não se sabe se esses viadutos serão erguidos pela Prefeitura somente com recursos próprios ou através de parcerias.

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Esses dois locais são pontos críticos na mobilidade local. No caso da rotatória da Avenida dos Estudantes com o Anel Viário, se trata de passagem obrigatória para uma das regiões que mais cresceram nos últimos anos no município, onde o trânsito precisa ser melhor organizado.

Igualmente, o ponto da Rua Fernando Correa no acesso à ponte sobre o Rio Vermelho precisa de uma intervenção para garantir maior fluidez e segurança no trânsito.

 

 

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Outra necessidade antiga é a construção do viaduto do Trevão, na confluência das BRs 364/163, em Rondonópolis, nesse caso sob responsabilidade da concessionária Nova Rota do Oeste, administrada pelo Governo do Estado, através da MT Par.

Em outubro do ano passado, o governador Mauro Mendes assinou a autorização para contratação das obras de um grande viaduto nesse local, havendo a esperança que esse antigo sonho possa ter as obras iniciadas em 2026.

Nos últimos anos, o Governo do Estado também vem prometendo as obras de duplicação do anel viário de Rondonópolis, em toda sua extensão. A obra envolveria a duplicação e a implantação de iluminação pública da via.

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A concretização do projeto é esperada para fazer frente ao aumento do fluxo de veículos na via, ao crescimento da cidade com a construção de novos bairros nas proximidades, bem como aos constantes acidentes, muitos deles com vítimas fatais.

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Agora voltando ao governo municipal, outra expectativa em termos de mobilidade reside no início das obras da implementação da maior ciclovia do município, interligando o setor industrial ao maior núcleo populacional do perímetro urbano.

A ciclovia vai começar na Avenida Otaviano Muniz, próxima à BR-364, seguirá pela Lions Internacional, Avenida Rotary Internacional (Brasil), Rua Filinto Muller e chegando à Avenida Irmã Bernarda, no Conjunto São José.

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Novas interligações viárias através da construção de pontes no Ribeirão Arareau também ajudariam a melhorar a trafegabilidade urbana.

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A Prefeitura já anunciou a licitação para construção de uma ponte na Avenida Lídio Magalhães, ligando o bairro Jardim Primavera à Vila São Sebastião e à Avenida Rotary Internacional, mas para 2026 a população espera o anúncio da construção da ponte na Rua Arnaldo Estevão de Figueiredo, sobre o Ribeirão Arareau, como opção de tráfego na região central.

Será um grande avanço se o poder público conseguir neste ano vencer as fases de licitação e viabilização de recursos, podendo ao menos dar o pontapé inicial nesses projetos de mobilidade.


 

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