Atos de vandalismo: STF nega liberdade a presos em Brasília

Conforme o último levantamento divulgado pelo conselho, 1.418 pessoas foram presas pelos atos na capital do País

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Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), entendeu que não pode julgar, por meio de habeas corpus, a decisão do ministro Alexandre de Moraes (Foto – STF)

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou ontem (16) dois pedidos de liberdade a presos após os atos antidemocráticos de 8 de janeiro.

O ministro rejeitou a libertação por questões processuais. Citando jurisprudência da Corte, Lewandowski entendeu que não pode julgar, por meio de habeas corpus, a decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou a prisão de todas pessoas que estavam no acompanhamento instalado no quartel do Exército em Brasília no dia dos ataques.

Os pedidos de liberdade foram protocolados pela defesa do empresário Eduardo Zeferino Englert, de Santa Maria (RS). Os advogados alegaram que ele não tem relação com o financiamento dos atos, pagou sua passagem de ônibus com os próprios recursos para participar pacificamente da manifestação e chegou em Brasília após os atos de vandalismo.

A advogada de Francisca Elisete Cavalcante Farias disse que ela estava no acampamento em frente ao quartel, ma somente participou de atividades religiosas e não esteve na Esplanada dos Ministérios.

Mais cedo, a corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informou que devia concluir ontem as audiências de custódia dos mais de mil presos acusados de participação nos atos.

Conforme o último levantamento divulgado pelo conselho, 1.418 pessoas foram presas. Elas foram encaminhadas para o presídio da Papuda e à penitenciária feminina da Colmeia, ambos no Distrito Federal.

 

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1 COMENTÁRIO

  1. ALVURA DA ALMA

    Cada caso é um caso…
    Cada sorriso como se fosse o último
    Na solidez da alvura da alma
    Ainda se tem a calma
    Que corresponde a outros tempos
    Bucólicos só por ser a voz ecoando
    O desfiladeiro de uma cachoeira
    Derramando águas límpidas
    De uma serra para os pântanos da alma
    Que clama e que chora
    A saudade de tempos passantes
    Que não voltam nunca mais
    Por isso cada caso é um caso
    E se caso neste momento
    É porque casamento
    É tudo de bom e mais,
    Mais amor para
    Se doar, se multiplicar
    Por quantas vezes forem necessárias
    Para uma pura demonstração
    De que cada dia nasce
    Uma nova emoção
    Que desfila sutilmente
    Na mente e no coração e ponto final
    Que não finaliza nunca,
    Pois vivemos numa metamorfose
    Que se transforma a todo instante
    Só para alegrar a figura do gigante
    Que se amolece a cada gota de amor
    Orvalhada de dor que estremece
    E enriquece cada vez mais
    Um relacionamento bom
    Que seja eterno enquanto dure.

    Aires José Pereira é escritor com vários livros e artigos publicados. É professor na UFR, membro efetivo da ACALANTO – Academia de Letras de Araguaína e Norte Tocantinense. É coautor do Hino Oficial de Rondonópolis. É graduado e especialista em Geografia pela UFMT e mestre em Planejamento Urbano pela FAU-UnB e Doutor em Geografia Urbana pela UFU.

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