
A Copa do Mundo de 2022 está se aproximando a todo vapor. No dia 21 de novembro, no Catar, começa a luta pelo troféu mais cobiçado do futebol.
Sempre cotado como um dos favoritos ao título, o Brasil vem de uma campanha histórica nas Eliminatórias Sul-Americanas, com 45 pontos em 17 jogos. O recorde anterior era da Argentina, que em 2002 alcançou 43 pontos.
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Embora tenha estabelecido um novo recorde nas Eliminatórias e conquistado a classificação de forma invicta, a seleção de Tite ainda causa desconfiança em muitos torcedores. Isso porque na última Copa do Mundo, caiu para a primeira seleção europeia que enfrentou no mata-mata (derrota de 2 a 1 para a Bélgica) e, recentemente, perdeu a final da Copa América, em casa, para a Argentina.
A questão é até que ponto a seleção será capaz de mostrar um bom futebol quando enfrentar equipes que realmente testem a capacidade do time.
Os últimos dois jogos oficiais antes da Copa do Mundo foram bastante estimulantes e serviram para mostrar novidades para lá de interessantes. Apesar de os adversários não pertencerem ao primeiro escalão, o Brasil soube se impor e jogar um futebol vistoso, vencendo por 4 a 0 tanto o Chile quanto a Bolívia.
Há um outro ponto que também gera dúvidas na seleção: qual Neymar estará em campo no Catar?
A disposição de espírito do atacante vem sendo alvo de especulação. Recentemente, o francês Thierry Henry trouxe à tona o debate sobre a saúde mental do brasileiro e disse que ele está “pedindo ajuda”.
Com a bola nos pés, todos sabem do que Neymar é capaz, e os testes feitos por Tite, nos últimos jogos, parecem ter dado ânimo novo à equipe e ao craque do Paris Saint-Germain.
Richarlison, Anthony, Bruno Guimarães, Lucas Paquetá, Vinícius Jr. e Gabriel Martinelli são nomes que poderão dar muita dinâmica ao time do meio para a frente. Sem falar em Philippe Coutinho, resgatado por Tite e voltando a jogar seu bom futebol na Inglaterra.
Na parte defensiva, o Brasil continua bastante sólido, com ótimas opções para a titularidade no gol. A zaga, com Thiago Silva e Marquinhos, é forte e entrosada e tem proteção de Casemiro.
Peças não faltam para que o Brasil faça uma boa campanha no Catar. Caberá a Tite a tarefa de organizar a equipe e, na medida do possível, cuidar da parte mental dos atletas, para que o foco não fique desajustado.



